Depoimentos

Depoimento de Fábio Marques Valente

A notícia é boa, porém ouço e leio isto desde que comecei na área, em 1992. Na época, iniciei um curso técnico de processamento de dados (atual informática). Infelizmente, devido a este impasse, surgiram milhares de péssimos profissionais, que empurraram a profissão pro lado contrário. Salário baixo, carga horária excessiva, ausência de categoria sindical (tem o SindiPD que não faz uma coisa e nem outra) e também a falta de respeito com nossa categoria. Infelizmente tem quem seja feliz assim. Óbvio, nunca gastou tempo e nem dinheiro se aperfeiçoando e estudando técnicas, modelos e linguagens (no caso de programadores). Faz o “feijão com arroz” mal feito e acha que são profissionais da área. Já cansei de pegar código de terceiros e sentir arrepios de aberrações em forma de código. TUDO errado, desde a 1a linha até a última. Não há padrão, não há coerência, lógica então é uma “benção”. Depois reclamam que ganham mal. Óbvio que vamos ganhar mal, por gerações se continuar assim. Para eles é interessante, pois cobram o que querem, e obedece quem mais precisa (não digo que não devemos trabalhar bem e nem realizar os requisitos, não é disso que estou falando), com o salário arrochado pelo “mercado”. Por causa de pessoas “auto-didatas” como citaram acima, que não fomos reconhecidos, nem com títulos e muito menos com salários justos. Por causa de pessoas mesquinhas e egocêntricas que pensam que todos têm reconhecimento por “osmose” que nossa área é completamente ignorada (em todos os âmbitos) e somos desprezados profissionalmente. Salvo raras exceções, ganhamos mal, trabalhamos muito e ainda temos de ouvir que somos a profissão do futuro (sic!).
Infelizmente não temos organização e nem união. E isto vai demorar para mudar, pelo jeito…


Depoimento de Ricardo Santana

Isso já está rolando a muito tempo, tomara que isso entre em vigor logo Minha Carteira está Assinada Como Analista de Sistemas, acabo fazendo 4 funções de TI rsrsrsrs


Depoimento de Ruan Brum Carames

A regulamentação da profissão é muito valida, vai valorizar os profissionais da área, valorizar o empenho, o investimento, a busca por mais qualificação de cada um; concordo que existem pessoas extremamente qualificadas, mesmo que não possuam certificados, diplomas, pessoas que com certeza possuem a capacidade para se regularizarem caso necessário, além do que a experiência conta como qualificação profissional; também concordo que o formando não sai com o nível exigido pelo mercado, mas para quem quiser continuar na área a única solução é buscar qualificação. Abraço a todos.


Depoimento de Roberto Tonolli Jacob

Vale ressaltar que regulamentar não significa associar automaticamente. Significa tornar a formação acadêmica relacionada à profissão uma formalidade necessária ao exercício da profissão. É licenciar o profissional, conforme critérios estabelecidos, para esse exercício. Eu, no passado, trabalhei com psicólogos, físicos e até geólogos, que não tinham dado certo nas profissões que escolheram, fizeram um cursinho de programação e entram na área, muitas vezes deflacionando salários e nivelando por baixo nossa atividade. É natural que surja conselhos regionais e conselho federal, mas isso não é nocivo. Com relação à medicina, o que prostituiu foram as operadoras de saúde suplementar e a Agência Nacional de Saúde. O Conselho Federal de Medicina, os Conselhos Reginais de Medicina e as Associações Médicas têm outro papel nesse contexto. Tenho médicos e advogados na e sei o quanto a regulamentação auxilia. Eu já estou no fim da carreira, para mim não faz mais muita diferença mas, se vocês refletirem melhor, verão que, para os que estão escolhendo agora, será melhor seguir com uma profissão reconhecida. Com todo o respeito aos colegas que pensam de modo diferente, um órgão regulador tem sim um papel importante no reconhecimento de qualquer profissão. Antes da haver um CROSP, qualquer um podia ser dentista prático, e muita gente perdeu dentes ou teve sérias complicações sem que isso tivesse nenhum impacto na vida do dentista que trabalhou, sem condições de efetuar esse trabalho. Hoje, com a regulamentação, esse profissional pode ser levado a julgamento e perder até o direito de exercer a profissão. O mesmo ocorre com um contador que assine o balanço de uma empresa com problemas (CRC), um médico que execute procedimentos fora dos protocolos da medicina (CRM) etc. A regulamentação estabelecerá quais capacitações o profissional deverá ter para ter o direito de exercer a profissão. Isso, por si só, já valoriza a profissão e evita os sobrinhos.com da vida. Alguns colegas estão perdendo o foco da discussão e levando para o lado de experiências ou percepções pessoais. O foco da discussão não é se uma taxa anual terá a contra partida de serviços prestados ou não. Hoje em dia, nem corretagem de imóveis pode ser feita por profissional não reconhecido (CRECI) e nós, que somos profissionais de uma área que exige constante investimento em atualização, uma área que permeia toda a atividade econômica, administrativa, acadêmica etc., não temos qualquer controle sobre a profissão. Seguir pensando que os desvios que existem, em outros órgãos, são motivo de manter nossa profissão sem nenhum tipo de regulação e como achar que a anarquia é boa porque existe corrupção no governo. O que se deve combater é a corrupção e não o conceito de governo. Reforçando meu respeito pelo pensamento diferente, penso que devemos voltar ao foco correto da discussão, que é o quanto um órgão regulador pode fazer por uma profissão tão importante, e como podemos participar desse processo para que ele seja bem sucedido. Abraços.


Depoimento de José Joaquim Brandão Neto

A falta de regulamentação transforma a área em terra de ninguém, ou de todos ão regulamentar é criar uma cerca e mostrar que tem dono, e contratar um vigia pra manter a cerca de pé, isto não impede que de vez em quando alguém invada, mas tem a quem recorrer caso isto ocorra, já há muito trabalho com informática e vejo que o mercado não regula nada, o mercado aceita inclusive sobrinhos fazendo sites depois de procurar algumas apostilas na web ou ver alguns videos na internet, depois o site é invadido, ou a empresa não recebe visitas pois o site não foi indexado direito, pois não foi estruturado, não teve projeto. E exige-se que quem estuda saiba fazer de tudo que se relaciona a informatica, consertar impressora, instalar servidor, todas as linguagens e sabores, e o salário é oh, como diria o professor Raimundo, regulamentar e colocar regras, precisamos de regras infelizmente, pois não se respeita o espaço e a profissão do outro, sou a favor mesmo com todas as limitações e restrições do modelo brasileiro.


Depoimento de Fernanda S.

Sou totalmente a favor. é uma profissão com outra qualquer. Eu só posso exercer a profissão de médico se tiver o CRM, de Engenheiro de CREA, se contador se tiver o CRC… porque não fazer isso pela nossa profissão???? Aí acaba esse folclore lamentável que qualquer área pode fazer o que fazemos… e talvez pare com esse negócio de, com desenvolvedora arrumar código de profissional de qualquer área fez, só porque em um cursinho ele aprendeu o “hello Word” e acha que já é desenvolvedor. Talvez assim, possamos ter mais profissionais modelando banco normatizado ao invés daquelas aberrações onde você vê o mesmo dado em várias tabelas porque foi modelado a partir de tela de usuário e ainda vê esses profissionais defendendo que é assim que modela. Fazer é fácil, fazer bem é para quem foi preparado a fazer.


Depoimento de Paulo Coutinho

Urge resolver essa anomalia que rege o exercício do profissional de Análise de Sistemas no Brasil. Daí ficam sendo criados certificações e especializações para contornar o fato de não haver regulamentação formal da profissão Tem até dia em homenagem ao profissional. A área de Tecnologia da Informação é imprescindível em todas as áreas de estudo e de trabalho.


Depoimento de Daniel Cavalcante

Se nossa profissão não precisa ser regulamentada, então porque muitas empresas preferem profissionais formados? Hoje em dia a graduação já não é suficiente para analistas, e não vai demorar para que os programadores também tenham que fazer especializações.

As graduações e especializações estão cada vez mais caras, e ainda somos quase obrigados a ter certificações, que na maioria dos casos têem suas validades, e assim voltamos a estudar e investir para ficar sempre atualizados. Se não precisa, por que fiquei dez anos pagando financiamento (FIES), para conseguir uma graduação em instituição particular, sendo que na federal a maioria das vagas é pra quem só estuda, e não precisa trabalhar?

Eu escolhi ser programador e analista de sistemas, investindo muito tempo e dinheiro nisso, deixando muitas vezes minha qualidade de vida de lado, ítem que deve ser citado sim em todas as ocasiões. Experiência é importante sim, mas não adianta ler todos os livros técnicos, se não foi condicionado por profissionais experientes que se tornaram professores, coordenadores e gerentes de projeto.

Sendo assim, então como devemos comparar experiência de trabalho dos não-formados, com relação aqueles que tiveram essa experiência já na graduação com profissionais da mesma área? Já passei por situações complicadas em várias empresas, onde os sistemas eram desenvolvidos e/ou gerenciados por profissionais com uma certa experiência, mas não o suficiente. E quando acontece um problema sério, descobrimos que a concepção do sistema sofreu uma falha básica, que lá na graduação foi mencionado e exemplificado. Assim sendo graduados, somos obrigados a resolver todos os problemas ficando até mais tarde, finais de semana e feriados, com pressão por resultados.

Só pelo fato de terem feito um curso técnico de poucos meses, se acham no direito de tomar decisões e sair escrevendo código sem padrão nenhum, sem se preocuparem com o ciclo de vida, e todos os demais conceitos necessários para o sucesso do projeto. Não podemos esquecer que um dos grandes problemas é o custo Brasil, com carga tributária alta, dificultando o investimento por parte daqueles que pretendem atuar nessa área. Então o sujeito acaba não fazendo graduação, ficando com os cursos técnicos, aprendendo um conteúdo num período menor, porém a experiência necessária para o sucesso do projeto, acaba vindo num tempo bem maior. A graduação é necessária, pois, é o ambiente ideal para dividir experiências entre coordenadores, professores e colegas de aula.

Acho importante e bacana ter formação em outras áreas, mas para atuar como programador e analista de sistemas, a graduação deve ser obrigatória, caso contrário seria bem mais útil usar a outra formação, atuando como analista de negócios em conjunto com a equipe técnica de analistas de sistemas (funcional e técnica) e programadores. Hoje em dia, a área de desenvolvimento de sistemas não se resume em analisar e escrever códigos. Cada vez mais está sendo segmentado em sub-níveis de analistas, programadores, testers, DBA’s, engenheiros, entre outros.

Tive um professor que era coordenador de projetos de uma grande empresa em Curitiba. Ele dizia que nas entrevistas fazia a seguinte pergunta: “Como pode você formado em Contabilidade, acompanhar todas as atualizações de leis tributárias do país, e ainda saber de tudo sobre banco de dados, análise, programação em várias linguagens?

Em que você atua melhor? Em qual área você tem experiência? Preciso de um especialista de cada área, não de um generalista. Se amanhã sair uma nova lei, temos que implementar no sistema. E se ficar um erro e a receita cair em cima da empresa? Quem será o contador responsável? Quem faz parte da equipe técnica (programador, analista, coordenador, gerente)?”

Bem, de momento é isso. Estou a disposição.

Sucesso a todos e obrigado pelo espaço.


Depoimento de Rodrigo Lopes

Apoio a iniciativa – Infelizmente apesar do déficit existente na área apenas os profissionais certificados são mais valorizado pois comprovam “conhecimento” (nada contra as certificações são muito importantes).


Depoimento de Ricardo Salles

Concordo e devemos manter o conselho atuante para manter o mercado sadio aos profissionais, evitando-se assim a disputa desleal e a prostituição de nosso mercado de trabalho. Vejo muitas empresas cobrando diversas qualificações para um pretenso profissional onde na realidade mais de um deveria exercer ou se um quisesse assumir a função, recebesse o valor diferenciado pelos serviços adicionais.


Depoimento de Marcia Souto

Embora tenhamos que pagar uma taxa anual,o profissional de TI teria mais respaldo no decorrer de sua profissão, embora tenhamos muitas vertentes, isto teria que ser muito bem orientado, pois por exemplo um analista de sistemas pode ser desenvolvedor, suporte, etc.


Depoimento de Felipe Andrade

Acho muito bom a criação de um conselho sim. Os profissionais de TI hoje em dia tem responsabilidades maiores que administradores de empresas, e nem assim são reconhecidos.  Realmente algumas pessoas precisam entender a diferença entre conselho e sindicato. Não pode abranger apenas alguns profissionais, e sim todos da area de informática. Sou a favor de um debate mais amplo, onde as informações estejam mais claras.


Depoimento de Itamar Lisboa

Eu sou a favor da criação do Conselho. A última notícia a respeito é que estava na ponta da fila para entrar em pauta e daí saiu… Assim como este grupo, fizemos um pouco de barulho, escrevemos para o deputado que estava a frente e recebemos a informação de que ele não era mais o relator do projeto. Acredito que precisamos realmente nos unir, fazer barulho para conseguir algo, de forma organizada e coerente. Se temos paciata “Da Maconha”, do “Orgulho Gay”, pq não podemos realizar uma paralização pacifica em prol da criação do conselho de informática, podemos batizar o evento como “Os sem Conselho” ou algo do tipo. Embora, temos nas mãos algo muito valioso que todos querem, o nosso voto. Votemos de forma conciente, crítica e vamos olhar para o novo, chega das mesmas raposas velhas no poder. OK, voltando ao foco. Vamos disseminar uma paralização nacional dos profissionais de informatica a fim de exigirmos a criação dos conselhos regionais e federal.


Depoimento de Ivan Kallas

Tenho acompanhado este grupo à distância. Evito entrar pois cansei desta luta. Sou a primeira cobaia da cibernética no país pois, na década de 50, acompanhei meu pai trabalhando com Sinhá Moreira na criação da primeira escola de eletrônica da América Latina, sexta do mundo. Irmãos e amigos mais velhos queriam testar seus inventos (laser) no meu bucho. Perdi o peão, gude e boizin de xuxu para o radar, parabólica e outros brinquedos de adulto. Fiz meu primeiro curso formal de informática, na década de 70 e neste ano, coordenei o primeiro banco de dados relacional sócio-industrial do Sistema FIEMG. Talvez o primeiro do Brasil. Hoje sou VAGABUNDO-JÁQUI. “Já qui” não faço nada, sou convidado para ir fazer compra na padaria, catar bosta de cachorro, folhas no quintal e eventualmente ser voluntário na informatização de grupos sociais excluídos. Nas horas vagas continuo minha pesquisa solitária, eventualmente apoiada por ali e por aqui sobre a criação do Cyber RV. O mentor autômato. Testado com sucesso em alguns dos maiores grupos corporativos nacinais e internacionais. Hoje sendo rebatizado pelos marketeiros com o belo nome de Inteligência Corporativa. Sou contra a regulamentação. Só que, estamos sendo regulamentados pelo CREA, CRA e CFB(?) Biblioteconomia. Então não há escolha. OU NOS REGULAMENTAMOS OU SEREMOS REGULADOS POR TERCEIROS. Daí meu apoio a qualquer movimento de articulação dos catabytes.


Depoimento de Christiano Costa Pereira

Apoiado, talvez seja a maneira de acabar com estes falsos profissionais que se acham expert só porque sabem formatar um micro… Esta na hora de botar ordem na casa.


Depoimento de Thiago Rodrigues Lourenço

Sou totalmente a favor dessa regularização. Já se passaram muitos anos e isso não ocorreu. Muitos profissionais de outras áreas acham que “conhecem ti” e sabem lidar com situações complexas e críticas que exigem conhecimentos e formação específica que a sua formação de origem ou esses cursos extracurriculares que fizeram não fornecem. Temos CRM CRC, CREA entre tantos outros. Por que não ter o CRTI? Isso independe dos outros que queiram atuar na nossa área. Vai ajudar a formalizar e orientar os diversos cursos que temos nas universidades e diversas instituições de ensino, fazendo com que o nível de comprometimento com a qualidade e responsabilidade melhorem muito e não tenhamos um médico sendo Gerente de TI, pois o inverso é quase impossível!


Depoimento de Mauricio Fontanielo

Eu sou totalmente a favor da criação desse conselho… Tenho certeza que com isso a profissão será muito mais respeitada, pois hoje vejo que as empresas olham TI como custo e não investimento. Vejo que as empresas não valorizam os verdadeiros profissionais de TI, que muitas vezes contratam profissionais menos gabaritados por salários menores e quando acontecem os problemas não são por causa do profissional não gabaritado, mas sim todo o profissional de TI acaba levando a culpa…


Depoimento de Carmina Hissa

Tenho tentado contribuir de uma forma mais pragmatica nessa discussão porque a tendência sempre é que cada um pense no micro e não no macro da situação. E é assim que os projetos de leis que entram para tentar regulamentar a profissão tem funcionado, ou seja, de forma isolada e particularizada, personalizada. O que temos atualmente são projetos de leis diversos na área de TI, tem até para regulamentar a profissão de digiitador (antigo) mas tem para regulamentar a profssião de programador, técnico em teleprocessamento, webdesigner, dentre outros. Me recordo inclusive que tem um projeto que diz que não precisa regulamentar a profissão e que as empresas não podem pedir nem a graduação. Como voce pode observar existe um fracionamento da profissão por atividade que vão surgindo com o passar do tempo e isso é muito ruim, pois se regulamentar a de analista você não vai poder pragramar, porque seria outra profissão e em consequencia outro Conselho e tudo mais, quando na verdade se voce regulamentasse a área independeria da atividade de análise ou programação.
Não sei se me fiz entender mas acho que deveria existir um único projeto regulamentando toda a profissão e não especialização. Você está correto quando diz que tem propostas divergentes, mas o impacto maior é que se for regulamentada proposta por proposta voces não pdoerão atuar no todo da área de TI mas apenas naquela em que voce escolheu, tipo analista de sistemas, programador etc…
Abraços


Depoimento de Elesbao Camargo

Sou a favor da criação de um conselho de classe, classe de profissionais de TI, ao qual caberá criar as regras, a diferenciação dos setores dentro da TI de maneira a deixar claro às empresas que dentro da área existem profissionais especializados em determinada área (programador – C, C#, .Net, Java, Android, Delphi etc – ,infraestrutura, suporte, banco de dados etc) de maneira a deixar claro que um profissional não é um “faz tudo” em TI. É importante que isso aconteça, para que o setor cresça de maneira igual e de modo profissional e não da forma como vem acontecendo, a gente tendo que se virar pra cobrir todos as áreas da TI sem ser valorizado, que nem é tanto o caso, porque o fato de ser sempre visto como “faz-tudo”, geralzão, isso por si só deprecia o profissional. Vamos lutar pela criação de um conselho antes de qualquer outra coisa, e colocar pessoal que seja interessado, que lute, que defenda a categoria.


Depoimento de Fabio Peralta

Também sou a favor da regulamentação da profissão, mas discordo de seus argumentos, Brenno. Creio que o CONFEI deveria definir as regras de quais profissões são regulamentadas E deveria dar um prazo aos profissionais que se qualificassem ou se atualizarem. TI muda o tempo todo então, é obrigação do profissional da área se atualizar. O mesmo aconteceu com outros conselhos, por exemplo, no COREN. Para ser auxiliar ou técnico, os afiliados tiveram que se certificar, mesmo que estivessem anos na profissão. Isto levou anos, porém, nenhum hospital contrata auxiliares ou técnicos sem que os mesmos tenham feitos seus devidos cursos. O problema que vejo no COREN, é que ficaram de abolir o curso de auxiliar, mas o conselho tem mais de 5 milhões de auxiliares, que pagam anuidade. O COREN não quer esses milhões, pois é muuuuito dinheiro. O início provavelmente será penoso para muitos mas seria justo para quem investiu em cursos na área TI. Entendo o seu argumento e entendo que muitos profissionais migraram de outras áreas para a de TI, porém acredito que a criação do CONFEI não me traria benefícios a curto prazo e não garantiria emprego pra ninguém, seja profissional com diploma ou não. Demoraria alguns anos para que o mercado se adaptasse as novas regras.


Depoimento de Marlon Andrei

Muita gente tem criticado a criação do conselho e dizem que deve haver “liberdade” para todos ingressarem e trabalharem com informática. Graças a essa tal “liberdade”, hoje vejo bizarrices como:

– Websites sendo vendidos a R$ 100,00
– Recém formados de C.Computação / Análise de Sistemas trabalhando por R$ 650,00
– Contadores, médicos e profissionais de demais áreas trabalhando nas áreas deles e nas nossas, tirando nossos serviços
– Empresários exigindo especializações e experiências absurdas para cargos “baixos” de pouquissima remuneração

Enfim, vamos ser sincero, a TI no Brasil está um caos. É uma área que está inflada de pessoas incopetentes e sem formação se vendendo por pouco. A tecnologia em qualquer país precisa ser levada a sério, pois todas as demais áreas dependem dela para ter mais agilidade, controle e segurança.

Como disse um amigo num comentário anterior, está na hora de a TI deixar de ser uma “profissão de moleque” no Brasil. Para todas as pessoas ignorantes de TI, nós somos simplesmente o “cara da informática”, o cara q formata máquina, instala windows, programa C# e gerencia o Sql Server.

O Brasil precisa entender que existe o Administrador de Rede, O Analista de Sistemas, O Programador, O Administrador de BD, etc,etc, assim como ocorre na medicina onde cada um tem sua especialidade e é respeitado por isso. Afinal, quando você vai no oftalmologista verificar a vista, vc não aproveita e pedi para ele dar uma “olhadinha” no seu coração tb, que está com arritmia, pedi…rs?

Enfim, tenho certeza que a criação de um conselho não é a solução para os nossos problemas, mas acredito ser um passo a frente do que estamos hoje, e onde estamos hoje com certeza não pode ficar.

Abraços.


Depoimento de Alex Amorim

Apoiado… Acho que assim acabamos com essa “prostituição” que existe no mercado de T.I. hoje, onde algumas pessoas aprendem a “montar e desmontar” computadores e saem distribuindo cartões como consultores.


Depoimento de Mauricio Fontanielo

Parabéns pela iniciativa. Realmente é o que precisamos… Algum conselho para podermos regularizar todas as áreas de TI e garantir melhores condições para os profissionais. Espero que esse projeto seja aprovado o mais breve possível, pois vejo hoje que as empresas privadas cada vez exigem mais qualificação por menores salários.


Depoimento de Jefferson Gondek

Na área de qualquer profissional que investiu em sua carreira, é sempre bom ter um apoio legal no que se diz respeito a “padrões”. Pelo fato de estar muito propagado e bem difundido na mídia, a área de informática e as demais áreas afins, sofrem com o despreparo de alguns profissionais que acabam comprometendo a classe como um todo. Muitos acabam tomando posições no mercado de trabalho, aos quais não foram devidamente preparados, impedindo assim que pessoas que se preoculparam com seu futuro, tenham sua posição diferenciada no mercado. Visando também a obrigatoriedade das empresas investirem em seus funcionários, dando assim a chance de mais profissionais terem um apoio que, atualmente é dificil de se encontrar, de ter especializações e cursos que moldem seu perfil profissional.

Devido a esses problemas, enfrentamos uma “tabelação” salarial desordenada no ramo da informática. As vezes, um profissional que ocupa um cargo X, fatura quase 4.000/mês, existe uma empresa do outro lado da cidade pagando 1/4 do valor a outro profissional que faz a mesma coisa. Como seguir esse padrão de que, serviço X custa X ?

Muitos dos problemas com profissionais e serviços realizados de forma a não seguirem padrões internacionais, seriam sanados justamente limitando apenas pessoas cientes dessas responsabilidades. Empresas teriam uma motivação a investir em seu funcionário já fidelizado, a se aprimorar.

O fato do esforço de firmar a petição mencionada, foca a melhoria da classe de informática que vem tomando grande importância no mundo. Muitas tarefas e responsabilidades que são tomadas nessa área, precisam ser fiscalizadas e muitas pessoas nesse ramo também precisam ser “corrigidas”.

Acredito que com um Conselho, regendo os registros dessa massa e firmando, juntamente com os órgãos legais, os direitos e padrões dessa classe perante os demais, vale sim cada esforço.


Depoimento de Rodrigo Fagundes

Usar programação como meio para atingir um objetivo de uma pesquisa é uma coisa completamente diferente de exercer a profissão, que necessariamente movimentou o ponto focal à própria programação com um fim (comercial).

Um engenheiro não constrói um prédio para ficar lá, paradão… é para alguém morar ou para servir a um outro fim… Uma ponte é construída para atingir um fim que é a mobilidade… Engenharia também é meio.

Há questões éticas envolvidas em nossa área (como nas outras) que se faz questão de jogar debaixo do tapete. Da mesma forma que não se considera aspectos como responsabilidade pelo dano moral a que muitas vezes nos sujeitamos em função de um sistema feito porcamente. São questões que exorbitam ter ou não ter diploma e que, em minha opinião, são o cerne da necessidade de se regulamentar.

Reduzir a defesa da regulamentação ao corporativismo é uma ilação totalmente falaciosa.


Depoimento de Neville Guedes

Amigos,

O Projeto já está em andamento, ou fazemos força para Criar o Conselho e depois brigamos para organizar e ajeitar o texto, a essa altura do campeonato, tentar modificar algo que está rolando desde 2007 e que “EMPRESAS E SINDICATOS” não apoiam acho um risco desnecessário. Ao ser criado o Conselho, será feito o ajuste necessário para todo mundo ir se enquadrando, graduados, técnicos, autodidatas…, mas insisto que precisamos criar o Conselho… Ou será que está todo mundo satisfeito? Vocês já viram o piso salarial de um Engenho em inicio de carreira? Até entendo que a função do Sindicato é buscar melhores salários, mas se não tivermos um órgão que fiscalize quem está atuando é regularizado é de suma importância. As vezes vejo colegas comentando sobre graduação não ser importante, mas vejam como são as coisas: para dirigir tem que ter habilitação, pra fazer concurso tem que ter diploma, para conseguir emprego tem que ter curso ou certificação. Não podemos querer ser mais real do que o Rei, a informática é jogada a segundo plano para tudo, no momento que temos oportunidade de nos organizarmos vamos ficar discutindo se seremos analistas de sistemas ou informatas, se precisa de diploma ou não, precisamos unir forças e organizar a bagunça, estamos no meio de uma sopa de letrinhas, o mercado cobra todo dia novas certificações, cursos, conhecimentos e etc. E toda hora dizem que faltam profissionais no mercado de TI, se falta é por que não somos valorizados, hoje para você conseguir uma remuneração acima de 5000 CLT, é muito difícil, mas um Engenheiro tem um piso inicial de > de 5000… pensem nisso, ou no unimos ou vamos ficar correndo atrás do rabo e não vamos a lugar nenhum.
Desculpem o desabafo, mas precisamos nos unir.


Depoimento de Josivan de Souza

Se você trabalha em um banco, em um órgão do governo, onde existem inúmeros cálculos e responsabilidades; acredito que a profissão tenha tanta responsabilidade quanto a de um engenheiro, médico, advogado, professor, etc.

Imagine que você recebe uma multa de R$ 1.200.000,00 em sua casa por que seu carro está estacionado em local não permitido. Com certeza sentir-se-ão “prejudicados” e perguntar pelo responsável. Se o cálculo da sua aposentadoria sai errado, se o IPTU da sua casa sai errado, se sua conta bancaria é invadida e se seu cartão de crédito é roubado. Enfim, vários argumentos.

Alguns acham que fazer software é apenas vídeo locadora ou tele-pipoca.

Tomo a liberdade de copiar a frase do Alex: “acho que os que são contra, não possuem argumentos suficientes para sustentar o lado deles.”


Depoimento de Fernando Conceição

Excelente iniciativa, precisamos da regulamentação da nossa profissão. Não entendo como temos tantos engenheiros trabalhando em T.I. e, nós não podemos atuar em atividades de engenheiro.


Depoimento de Brenno Abreu

Bom dia todos! Gente eu não estou entendo a discussão no grupo dos que são contra, afinal são a favor ou não do CONFEI? Se sim, pronto! O que sei é quem tem carteira 5 anos na área poderá fazer parte também. Sei que existem muitos profissionais altamente qualificados sem o curso superior, como Steve Jobs e Bill Gates, mas a faculdade sem dúvida é diferencial, acredito que seja até para você trabalhar para eles ou não? Imagina se Apple abre uma filial aqui no Brasil: que profissional eles vão preferir contratar?

Ah mas você vai me dizer que existe muita gente com certificação Microsoft que não tem curso superior, mas numa entrevista de emprego o profissional que tiver curso superior mais a certificação qual se sairá melhor? E concursos públicos? Se o cara que tem formação superior não for bom creio que numa entrevista ele sai na frente e toma sua vaga para a próxima fase (provas e testes), ele não vai ser bem sucedido porque não tem conhecimento, apesar de ter tirado sua chance.


Depoimento de Jaéquison Klabunde
A regulamentação de uma profissão é o primeiro passo para extinguirmos os “profissionais” que dizem ter experiência em Informática. Uma coisa é ser usuário e entender o necessário, outra é estudar, qualificar-se, para ser nivelado a um camarada que nem sequer recolhe seus impostos. Tiramos por base o CREA que regulamenta a Engenharia e suas afins, desde áreas de atuação rural (Eng. Agronômica e Téc. Agrícola) até as Eng. Civis. A graça é que muitos invocam pelo voto contrário sem ao mesmo conhecerem a necessidade de proteger um ramo que está indo cada vez mais às más faláceas, pela má prestação do serviço e qualidade.
Então defendo a criação do Conselho, 10 vezes se for preciso.


Depoimento de Márcio Pimentel
Esses deputados e senadores aprovam cada situações que as vezes não tem nada haver. e deixam de aprovar uma situação que é mais importante na valorização do profissional de TI, que é o Conselho Federal de TI.


Depoimento de Marcos Sampaio
No Brasil só se aprovam determinadas Leis quando alguma coisa grave acontece ou escândalos estouram.

Imaginem que algum dia uma pessoa importante (governante, político, ou juiz) tem algum “podre” seu revelado por alguém que prestou manutenção no seu computador particular, e daí rapidamente irão tentar regulamentar a profissão e defender que só prestarão serviços deste tipo os profissionais credenciados. Acredito que é uma questão de tempo…

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7 pensamentos sobre “Depoimentos

  1. ivanrotta fevereiro 7, 2013 às 12:00 pm Reply

    O CONFEI tem meu apoio total, já sou da área de T.I formado no curso técnico e graduado em Sistemas de Informações e agora pós graduando de Gestão em T.I, com a regulamentação podemos acabar com os engraçadinhos que fazem um cursinho qualquer de programação é de outra área e ocupa nossos lugares de direito. Quantos anos levamos para nos formar, quanto tempo e dinheiro gastamos para nos formar e nos tornarmos especialista na área. Reflitam, vc já formado em T.I e outro profissional de qualquer área tirando o seu lugar, prodissões com conselhos ninguem consegue atuar na área deles e correndo o risco de até ser preso por uso ilegal da profissão.

  2. Cassius Leite Magalhães fevereiro 8, 2013 às 8:19 pm Reply

    Sou completamente favorável a esse passo à frente referente ao Projeto de Lei para regulamentação e profissionalização de nossa categoria, porém tenho ressalvas a fazer:

    Acho que estamos dando 2 PASSOS PARA TRÁS ao incluirmos no Projeto “profissionais” que não tem o minimo de qualificação profissional, que a meu ver seria a certificação.
    Vi que consta inclusive que pessoas que exerceram a função por um periodo minimo de 1 ano estão aptas a serem INFORMATAS. Há também casos de profissionais que sderão beneficiados pelo projeto possuindo apenas Ensino Médio. ??? Como assim!? Erradíssimo! Onde isso acontece em outras profissões?
    Se vamos começar a buscar a dignidade e o devido respeito em nossa profissão, que comecemos da forma correta e ao meu ver estamos indo pela forma mais mau organizada que pensei.
    A excelência de um proffisional de TI, independentemente do nivel deste, influi, e muito, na respeitabilidade que almejamos ter.

    Abs.

  3. Marco Passos outubro 1, 2013 às 10:11 am Reply

    Sou a favor da criação do conselho por alguns motivos que são:

    1 – Cria uma reserva de mercado para os profissionais de Ti ( como já existe para os médicos, advogados e engenheiros);

    2 – Valoriza a mão de obra qualificada;

    3 – Barra a entrada de pessoas não qualificadas no mercado;

    4 – Creio que haverá valorização profissional no mercado pois acabará com o leilão de preços de serviços e com o “menino de suporte” que resolve tudo!

    5 – Poderemos negociar com mais força a existência de um piso salarial (como já existem em outras áreas);

    Entre várias outras coisas.

  4. Alexandro Weine dezembro 27, 2013 às 12:03 am Reply

    Infelizmente os motivos que alguns alegam para ter a profissão regulamentada, esta pautada somente na vaidade.
    A teoria para avaliar toda conduta profissional deveria ser a real importância do motivo, atenção aos detalhes porque o diabo mora nele, muitas pessoas que se dizem profissionais são apenas oportunistas, surfando na profissão do momento.
    A regulamentenção não pode ser um recurso para insentivar a ignorância e proteger o mau profissional, não é possivel praticar nenhuma atividade profissional pautada somente no conhecimento empirico, e nem tão pouco o teórico é a melhor opção, as duas atividades devem se complementar porque não tratam de questões dissossiadas, uma forma de comprovar que se tem as qualificações necessarias para exercer uma atividade qualquer, é provar que se possui as duas qualidades, “empirica/teorica”, e uma das atribuições do conselho deveria ser de analisar e atestar a competencia profissional.

    Como a água não pode subir mais alto do que o nível da sua fonte, assim a qualidade moral e intelectual de um profissional de TI não pode ir mais alto do que o motivo que o inspira a pratica de sua profissão. Por esta razão, nenhum ato procedente de um mau motivo pode ser bom, ainda que algum bem possa parecer provir dele.
    Infelizmente, a natureza da atividade de Analista de Sistemas é tal que muita coisa dela pode ser levada a efeito por razões não boas, como a espionagem com argumentos de proteger as pessoas de terrorismo, roubo de informações com argumentos semelhantes, defamação, etc… Toda atividade desse natureza é essencialmente má e como tal deve ser avaliada por um conselho.
    Os conselhos já existentes de outras profissões punem os maus profissionais com a cassação do registro profissional, banindo as pessoas de um determinado grupo profissional , mantendo dessa forma um certo respeito pela classe , esse tipo de punição castiga duas vezes o profissional, uma porque não podera mais exercer atividade remunerada e nem reconhecida por um conselho pelo efeito da cassação e a outra por ver todo o esforço que teve durante o periodo da academia se esvaindo pelo ralo.
    Não se pode aceitar um profissional TI usando seu conhecimento para produzir recursos tecnologicos para a pratica de crimes como pedofilia, roubos de informações financeiras de terceiros e empresas, expor dados sigilosos de alguem que um dia lhe confiou algo valioso etc etc…
    A tecnologia da informação da suporte as mais diversas areas, praticamente tudo que se tem no mundo moderno recebe suporte da area de TI: “Medicina, Enengenharia, Pesquisas Cientificas, Industrias etc…”
    Não é só os profissionais de TI que deveriam ter interesse na regulamentação , as grandes empresas tem muito a perder pela falta de regulamentação da profissão, imagine uma grande empresa que possui toda a sua estrategia pautada no estudo da informação como DataMining, Business Inteligence etc…, essa empresa certamente confia os dados a algum profissional de TI que pode simplesmente vender informações importantes para o seus concorrentes com a intenção de ficar rico, um Analista de Sistemas especializado como DBA ou Desenvolvedor ou Engenheiro de Software etc… tem acesso a todas essas informações , e com certeza podem ser um canal de sucesso ou fracasso total de uma empresa.

    É uma profissão extremamente dificil, exige nivel intelectual muito elevado, esforço constante já que tecnologia e algo que evolui muito rapido e exige estudo continuo, o unico motivo que eu consigo perceber para que alguem se oponha a regulamentação dessa atividade , é a falta de formação adequada ou ter atividade empresarial nessa area e vê na situação atual uma forma de vantagem na contratação de pessoal, lógico que tudo tem o seu preço, e o preço de contratar um profissional baratinho e mau formado, pode ser um desastre.
    Até flanelinha é reconhecido como profissao e tem regulamentação, motoboy tambem , e nós porque somos desprestigiados dessa forma ?
    A importância de um codigo de etica e controle profissional nessa area ja é bem justificada, vou dar exemplos:

    O Analista de Sistemas Edward Snowden que delatou o governo Americano sobre as espionagens , o proprio governo Americano que viu uma vantagem competitiva na espionagem de outros paises, o ex-senador José Roberto Arruda que fraudou uma votação do senado utilizando mao de obra especializada em TI para praticar um crime , e crime grave, disseminação de material de pedofilia e muitas outras situações que podem e ocorrem por ai.
    Se não existe conselho se não tem codigo de etica profissional e se naõ tem punição, pegue informações sigilosas de sua empresa e venda para a concorrência, qualquer um pode exercer tal atividade, e se houver alguma punição certamente sera branda, e se perder alguma coisa não perdera muito, pois não ficou anos sofrendo no banco da universidade, e todos que passaram por lá sabe como é duro e sofrido concluir um curso de graduação
    Esse assunto daria argumentos contras e a favor por muito tempo, essa é a minha opnião. Alguns alegam que falta mão de obra nessa aréa, e que a regulamentação vai piorar ainda mais a situação, então que insentivem as pessoas a estudarem , se o argumento de alguns é dizerem que as empresas irão procurar profissionais fora do Brasil, então que vá, não estamos a venda e apesar de fazermos programas não somos prostitutas.
    Eu não faria uma cirurgia do coração com alguem que fez um curso no youtube, tambem não viajaria em um aviao planejado por alguem que comprou video aulas de engenharia na banca de jornal, por mais que as pessoas tenham talento e sejam inteligentes, e importante organizar as coisas, dizer que outros paises não tem regulamentação e que devemos se referenciar por eles, é uma besteira, veja os exemplos negativos que algumas nações estão tendo, veja o risco que as empresas estão correndo por ter qualquer um controlando dados estrategicos, o argumento de que o Brasil vai passar a importar tecnologia na areade TI e uma tremenda FALACIA , estamos na era da informação não tem mais volta, quero ver trazer um monte de indianos ou chineses para o Brasil para trabalharem de graça .

  5. Alberto Mesquita Filho novembro 5, 2014 às 6:51 pm Reply

    Acho um absurdo o controle do sistema eleitoral no Brasil estar oficialmente a cargo de uma entidade que não representa a população brasileira, qual seja, a OAB. Nada contra a participação do ministério público ou dos partidos políticos mas não de uma entidade cujos membros não pertencem à área de atuação na qual se imiscuíram. Porque não dar essa atribuição ao Conselho Federal de Medicina, ou de Farmácia, ou a “Ordem Nacional dos Carpinteiros” etc.? Simplesmente porque seus membros não são especialistas no assunto Eleição e/ou Urnas Eletrônicas, assim como os advogados da OAB.
    Neste sentido, na esperança de que isso possa, após muitas lutas do futuro CONFEI, vir a sanar a falácia acima comentada, assinei a petição solicitada (criação do CONFEI) mesmo não sendo especialista da área (sou médico).
    Dentre as críticas ao sistema eleitoral brasileiro postadas na internet, as mais interessantes e quiçá reveladoras, foram aquelas escritas por especialistas em informática. Quanto aos juristas diria que eles já fazem parte do processo, seja como ministro do STE, seja como procurador do ministério público, e estes últimos sim, estão a defender os interesses de todos os brasileiros dentro de suas competências.
    Atenciosamente
    Alberto Mesquita Filho
    CRM 13825

  6. italokairo28 setembro 16, 2015 às 2:05 pm Reply

    Bom queria saber quanto ganhar um técnico em suportes e redes de computadores ? E o analista de sistema ?

    • Junior setembro 16, 2015 às 2:14 pm Reply

      Segundo uma pesquisa da empresa de RH da Robert Half disponível em http://www.ordemdosinformatas.com/carreira/salarios-do-setor-de-informatica/, o analista de infraestrutura (área de suporte) vai de R$ 3 mil até 14 mil reais. Obviamente é difícil o mercado brasileiro pagar mais de 6 mil com vínculo CLT; acima deste valor é mais fácil como PJ. O analista de sistemas vai de R$ 2.500 a 17 mil reais. Os valores variam conforme tempo de experiência e porte da empresa. Os que possuem diploma técnico em geral tem um salário máximo que beira o máximo de R$ 3 mil (que é o menor salário de um profissional com nível universitário).

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