Quem somos

Somos um grupo de profissionais de informática unidos pela criação do Conselho Federal de Informática do Brasil, previsto inicialmente no projeto de lei do Senado PLS Nº 607 de 2007. e agora na nossa minuta disponível em http://dl.dropbox.com/u/3931391/Regulamentacao-do-Informata-Minuta-de-Projeto-de-Lei-2013.pdf que foi arquivado em 2015.

Este projeto de lei inicial 607 de 2007 que estava em trâmite no Senado também previa a criação dos Conselhos Regionais de Informática, regulamenta a profissão de Analista de Sistemas e todas as demais profissões correlatas da área de Informática. Já a nossa minuta foca por enquanto em ao menos regulamentar a profissão do Informata.

Estamos nos mobilizando em novas frentes para conquistarmos a regulamentação do Informata a fim de oferecer à nação profissionais que provisionem sistemas e tecnologias que ofereçam qualidade, segurança e observem princípos de privacidade quando cabível.

Gostariamos de convidar você profissional de informática a apoiar futuros projetos de lei para a Regulamentação do Informata e apoiar a criação de um futuro Conselho Federal de Informática que protegerá tanto os interesses dos cidadãos no Brasil que hoje são reféns de vazamento de informações sensíveis como endereço, telefone, números de cartão de crédito, dados bancários, e-mails que percorrem a internet através de sistemas que não utilizam as melhores práticas ou meios de processamento e transmissão pouco seguros.

Atualmente contamos com a Ordem dos Informatas que se propõe a oferecer representatividade nacional para os informatas de todas as especialidades da Informática tais como analistas de sistema, administradores de banco, analistas de suporte, analista de testes, desenvolvedores, gerentes de TI, entre outros.

Com o Conselho Federal criado, algumas vantagens e possibilidades são claras:

  • teremos a garantia de que profissionais desqualificados não ocuparão nossos postos de trabalho
  • teremos maior representatividade, o que corresponde a mais força política para aprovações de leis de nosso interesse, tais como propor um piso salarial mínimo (como existe para os da área de engenharia), redução nos preços abusivos de e-books (ex: Google Play, Amazon), redução da carga tributária de empregadores de TI (para que possam pagar um salário mais justo e investir no seu negócio), redução da carga tributária de computadores, notebooks, tablets e outros artigos utilizados na Informática (para aumentarmos a produção de sistemas de informação ou infraestrutura/tecnologia de informação e vencer a concorrência estrangeira).
  • o Conselho em colaboração com Ministério de Educação definiria de forma coerente das atribuições de cargos a nível macro (para cargos mais comuns) evitando o acúmulo de funções, erradicando assim a figura do famoso “faz-tudo”.
  • teremos garantia de vigilância e mecanismo para denunciar a atividade de sociedades de computação e associações de informática que alegam defender interesses dos profissionais de informática mas que na prática apenas consomem contribuições financeiras sem prestar qualquer contribuição concreta aos Informatas.
  • teremos convênios firmados com outras instituições de educação nacionais e internacionais para avançar ainda mais em nossa carreira e melhorar nosso perfil profissional
  • teremos acordos multilaterais com países que já contam com Institutos, Associações ou Conselhos cuja parceria irá desburocratizar o exercício da nossa profissão em países vizinhos da América Latina e ao redor do mundo, facilitando também a legalização, convalidação, equivalência de estudos de diploma técnico e universitário (atualmente em alguns países atuar como profissionalmente na área de informática pode ser ilegal caso você não possua um cartão ou registro naquele país)
  • teremos fiscalização mais eficiente da atividade no país, garantindo disciplina e ética na área, segurança e qualidade nos sistemas financeiros (Bancos, Câmbio, Financeiras, Operadoras de cartões, Lojas eletrônicas), sistemas médicos (Hospitais, Clínicas), sistemas de aviação (Sistemas embarcados, Controle de torre, Aeroportos), a fim de evitar sérios transtornos ou risco de vida aos cidadãos do Brasil
  • e muito mais…

Para assinar a petição online, por favor visite:

http://www.avaaz.org/po/petition/Criacao_do_Conselho_Federal_de_Informatica_do_Brasil/

Também estamos presentes no Facebook, com novidades e aclaração do tema:

https://www.facebook.com/groups/confei/

A Ordem dos Informatas pode ser visitada em:

http://www.ordemdosinformatas.com

Visite também nossa página Compartilhe para conhecer nossos outros links nas redes sociais!

Algumas de nossas maiores motivações

É-nos bem sabido que outros países em desenvolvimento na América Latina já contam com Conselhos de Informática e acreditamos que o Brasil conta com força política para fazer regulamentar esta lei, pois entendemos que somente profissionais qualificados podem exercer as atividades profissionais da Informática.

O projeto de lei 607 de 2007 prevê entretanto o pleno exercício da atividade profissional de Informática e o direito de registro no Conselho Federal/Regional aos não diplomados que possuam experiência mínima comprovada equivalente a 5 anos na área. Na verdade temos uma minuta que é um rascunho de projeto de lei que é bem mais flexível e reduzindo este tempo de experiência, já que 5 anos é injusto com outros profissionais que já tem atuação reconhecida pelas empresas que prestam serviço, e com este enfoque na meritocracia garantimos que até a data de promulgação da lei, os que não tem formação mas contam com um ano poderão trabalhar na profissão.

Já a partir desta data de promulgação, os novos profissionais deverão procurar cursos técnicos ou universitários dentro da área de Informática para que possamos garantir qualidade nivelando conhecimento mínimo de todos os profissionais (ao fim todos falaremos de igual para igual a respeito de redes, sistemas de informação, tunning de banco de dados, álgebra relacional, etc). Isto será garantido pelo Conselho Federal de Informática do Brasil prevê que somente futuros profissionais graduados (nível superior e técnico) podem exercer a profissão na área de Informática. Enquanto não há conselho, precisamos pensar onde os profissionais seriam registrados, por exemplo no Ministério do Trabalho, numa Secretaria Regional do Trabalho, etc.

Entendemos que não é correta a realidade atual do Brasil, onde futuros curiosos do mercado de Informática, desqualificados ou que nunca cursaram uma faculdade, venham competir com os profissionais regularmente formados, desvalorizando nossa profissão e nosso investimento ao oferecerem os mesmos serviços a preços irrisórios.

Continue visitando nosso site, e conheça outras seções e aprenda mais sobre nossa mobilização.

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Um pensamento sobre “Quem somos

  1. Leandro Pfeifer Macedo outubro 20, 2014 às 11:22 pm Reply

    sou a favor e gostaria de contribuir para a proposição. Mas já está nascendo dentro de um partido político? Uma entidade de classe e um partido político tem interesses diferentes e conflitantes. Eles não devem se misturar. Veja CREA, OAB, CREFITO. Corremos o risco de virarmos sum sindicato e não um órgão de classe profissional. Vamos rever isto?

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