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Descanse em Paz Projeto de Lei 607 de 2007

O projeto de lei 607 de 2007, sequestrado por Wellington Dias, e mantido em cativeiro por mais de um ano foi arquivado depois que o senhor senador conseguiu se eleger como governador do Piauí, com um padrinho que atende pelo nome Luis Inácio da Lula Silva, o mesmo que instituiu a dinastia petista no poder por mais de 10 anos no Brasil.

Ficou claro que ao reter o projeto de lei, Wellington não tinha nenhum interesse em tramitá-lo para chegar à conclusão com votação da casa. Afinal de contas, reter um projeto é uma forma de impedir que outros políticos o tramitem, favorecendo diretamente empresários contrários à regulamentação, mantendo o mercado dos informatas na bagunça atual em que se encontra, onde não há responsáveis pelas falhas de sistemas de informação que lidam diretamente com informações médicas, financeiras, aeronáuticas, entre tantas outras.

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O projeto 607 de 2007 não era perfeito, mas era um ponto de partida, onde se tentou valorizar o “profissional de informática” fazendo com que somente as pessoas formadas pudessem exercer a profissão. O projeto também instituia um conselho federal de informática, tema ainda muito mais polêmico do que a regulamentação da profissão em si. “Haters” fervorosos pipocaram de algumas esferas, tentando justificar/associar o caos da informática no Brasil à liberdade “pregada” por personalidades (como Steve Jobs) que tiveram sucesso financeiro em um país estrangeiro (Estados Unidos).

Steve Jobs mesmo sendo criativo não pregava a “liberdade” pintada pelos haters no Brasil, e qualquer ex-funcionário da Apple ou biografia autorizada de Jobs pode contar o quanto ele era agressivo e pouco compreensivo.

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Portanto apareceram alguns brasileiros tentando justificar a não-criação de um conselho e ficaram obstinadamente contra o progresso que prega justamente a organização do nosso setor, para que aqueles que investiram tempo e dinheiro em formação e experiência tivessem garantidos seus direitos às oportunidades. Afinal, ninguém, nem mesmo os haters gostariam de perder oportunidade para uma pessoa bem menos qualificada, ou saber que quem ganhou a vaga é alguém que está pedindo a metade do salário para fazer o mesmo, desvalorizando a si e a todos os demais informatas do país.

Os haters não compreendem as implicações de seus pensamentos, sendo levados por raciocínio que não apresenta um fundamento prático. Afinal ninguém quer que as nossas informações sejam processadas de forma incorreta acarretando prejuízos financeiros ou de saúde. É preciso levar com seriedade a questão da regulamentação, e alguns haters amadurecerão para esta ideia, porque ela é felizmente justa.

Agora temos que dizer descanse em paz ao projeto 607 de 2007. É preciso mais de 20 votos para ressucitá-lo no Senado coisa que certamente não acontecerá com o padrão governista que temos, onde os partidos da base são na maioria todos aliados do PT, justamente o partido de Wellington Dias que travou o projeto de lei até que culiminasse no seu arquivamento.

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Seguiremos em frente, novos projetos surgirão, de mentes mais capazes, e votados por políticos sérios e empresas que compram a ideia da organização, segurança e qualidade nos Sistemas de Informação do Brasil.

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O informata ajuda você a tomar as melhores decisões com Sistemas de Informação

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Nós ajudamos milhões de brasileiros a tomarem as melhores decisões em seus negócios e empreedimentos mais variados, em diversos setores. Através de gráficos, estatísticas, processamento de dados, nossos sistemas produzem informações que auxiliam profissionais de níveis tático e estratégico a conduzir da melhor maneira seus negócios. Também apoiamos milhões de brasileiros oferecendo sistemas, aplicações/aplicativos para setores educacionais, de comunicação, saúde, entretenimento, notícias, logística, energia, aeronáutico, bancário, financeiro, entre tantos outros.

A profissão do Informata é crítica e fundamental para o sucesso de inúmeros negócios. E hoje mais do que nunca precisamos organizar o setor de informática no Brasil, fomentando a discussão e a mobilização para que hajam fundamentos mínimos a serem seguidos por todos os Informatas.

Obviamente, o mínimo que se espera de um desenvolvedor de sistemas é que conheça, além de linguagens especializadas de programação, os fundamentos da sua especialidade, ou seja, os fundamentos da Programação tais como algorítmos estruturados, pseudocódigo, métodos de ordenação, classificação, passagem por referência, passagem por valor, vetores, bubble sort, árvore balanceada, lógica fuzzy, entre tantos outros. Se não podemos garantir que o desenvolvedor tenha a habilidade mínima requerida para produção de soluções, estaríamos comprometendo o sucesso de diversos negócios, empresários teriam mais prejuízo com retrabalho e correção de sistemas mal elaborados.

Além do Informata que atua na especialidade de Desenvolvedor de Sistemas, temos uma série de Informatas como Analista de Redes, Arquiteto de Software, Analista de Banco de Dados e tantos outros. E claro, que o Brasil deve esperar que estes informatas dominem ao mínimo os fundamentos de suas respectivas especialidades, por exemplo:

  • o analista de rede deve entender de máscara de redes, octetos de rede, classificação de redes, protocolos de comunicação OSI, TCP/IP, WAN, projeto de infraestrutura de rede…
  • o analista de banco de dados deve entender de modelagem de banco de dados relacional, álgebra relacional, teoria de conjuntos, Conceitos de Data Warehouse, Transações, Conceito Atomicidade, Consistência, Isolamento, Durabilidade de dados, Segurança de Dados…
  • o arquiteto de software deve entender os fundamentos de engenharia de software, modelagem de arquitetura, métricas para medição de performance, práticas de governança, projeto de arquitetura empresarial, plataformas tecnológicas de desenvolvimento, Orientação a Objetos, Orientação a Serviços,..

Enfim, poderíamos citar as 200 especialidades exercidas pelo Informata mas já lhe damos a ideia do quanto é importante que cada um tenha bem presente o seu respectivo conhecimento específico. Este conhecimento é vital para o sucesso de empreendimentos brasileiros. Quando uma empresa contrata profissionais que não possuem os conhecimentos fundamentais básicos para exercer uma especialidade, a qualidade do serviço estará comprometida e isto pode afetar muitas pessoas, dependendo do alcance e impacto que o sistema tem na vida dos demais, tais como:

  • sistemas bancários
  • sistemas de saúde
  • sistemas de crédito
  • sistemas aeronáuticos
  • sistemas de tráfego
  • sistemas logísticos

A segurança, processamento e armazenamento correto de determinadas informações devem ser observados pelos Informatas e por esta razão não há espaço para amadores, pois não podemos comprometer os dados ou até mesmo causar transtornos aos cidadãos que utilizam nossos produtos.

Tendo em vista a necessidade de organizar o caos instalado no Brasil, da produção e massa de sistemas de informação que não abarcam em si os fundamentos básicos lecionados em todas as áreas da informática, é imperativo que busquemos a regulamentação, para que uma lei se estabeleça e que os sistemas de informação possam assegurar segurança e qualidade aos seus usuários. Não podemos aceitar que governos, prefeituras, empresas públicas ou privadas por questões políticas queiram implantar o sistema sem dar o tempo hábil para análise, desenvolvimento e teste, seguindo o processo completo de ciclo de vida estabelecido em diversas literaturas para Sistemas de Informação. Da mesma forma existe um processo de suporte e apoio técnico ao sistema a fim de oferecer a infraestrutura necessária segundo os fundamentos dentro da esfera da Tecnologia de Informação. A informática tem em si Sistemas de Informação e Tecnologia de Informação de mãos dadas, onde atuam em conjunto informatas das mais diversas especialidades, e por isso é importante valorizar os profissionais e conscientizar a nação, setores públicos e privados que é necessário obedecer determinados critérios para construção de sistemas de informação eficientes e seguros.

Devemos sim dar um basta no ôba-ôba, no improviso e começar a tratar mais Informática como Ciência e que um conjunto de processos precisam ser obedecidos da mesma forma como é feito nas demais Engenharias.

Se você também acredita que o Informata deve ser valorizado, una-se a nós. Estamos presentes nas seguintes redes sociais:

Temos uma lista de distribuição que você poderá fazer parte, visível na página

Google: https://groups.google.com/forum/#!forum/confei

Você pode receber avisos urgentes através desta lista, diretamente ao seu e-mail. Garantimos que você está 100% livre de comerciais e ruídos. Para se cadastrar no grupo é só enviar e-mail para:

Inscreva-se no Google Groups do CONFEI

Ainda não permitimos que membros enviem e-mails para todos os demais participantes desta lista, ou seja, somente administradores podem enviar comunicados urgentes. Caso você precise interagir com os administradores, basta enviar uma mensagem para:

Proprietários do grupo CONFEI

Para você que ainda não leu nosso projeto de lei que busca valorizar o Informata, basta baixar aqui o projeto de lei para Regulamentação da Profissão do Informata.

Participe, ajude a conscientizar nosso país! Vamos demonstrar juntos a empresários e líderes de diversos setores que a Informática precisa ser levada a sério, que os Informatas devem ter conhecimento e tempo hábil para desenvolver com cautela soluções para que possam garantir qualidade e segurança às informações de milhões de pessoas e negócios do Brasil.

Informata, prepare-se para os Atos de Outubro

Amigos informatas,

ALERTAMOS a Informática, assim como a Saúde mergulhou no caos. O programa “Mais Médicos” é uma prova de um golpe marqueteiro para supostamente oferecer atendimento à população em hospitais caindo aos pedaços,  sem remédios e sem infraestrutura.

Este programa demonstra que o Governo é capaz de dar um golpe de estado, fazendo com que os doze anos de estudo do médico não valham absolutamente nada.

A desvalorização dos médicos está na mídia e é notória. Atualmente os Conselhos Federal e Regionais de Medicina estão numa batalha para impedir que os estrangeiros desqualificados sem formação adequada invadam o mercado brasileiro e exerçam a profissão de médico.

O mesmo fazemos nós: estamos lutando.

Mais informações para participar dos atos

Nos deparamos em piores condições que nossos amigos médicos, onde a informática do Brasil é sucateada, em meio a sociedades de computação corruptas e uma infinidade de pessoas desqualificadas exercendo a profissão de Informata, desvalorizando os anos de formação e preparo de milhões de profissionais que atuam na informática.

Nem ao menos contamos com um Conselho que defenda os interesses dos informatas e por isso lutamos pela regulamentação da profissão, para que existam regras mínimas e que somente pessoas qualificadas possam trabalhar como informata.

Queremos o fim das ilegalidades, das injustiças e queremos lutar no futuro por um piso salarial mínimo e reconhecimento da nossa profissão.

Sem a informática, as empresas caem, as bolsas quebram, bancos ficam inoperantes, os laboratórios de diagnóstico paralisam, a aviação volta às trevas, a ciência retrocede séculos, a contabilidade volta ao lápis, empresas de cartão de crédito param de funcionar, milhões de negócios no Brasil CONGELARIAM, ficariam parados no tempo, e a perda financeira de empreendedores de todo o país seria astronômica.

Se dados particulares como endereços, senhas, dados de cartões de crédito são manipulados por pessoas que não tem nenhuma responsabilidade com a informação, e se estes dados são vendidos ou usados ilegalmente, o que acontece? Quem seria o responsável? Se a pessoa que trabalha com dados sigilosos será que ela pode continuar atuando na área normalmente? Essa pessoa tem a formação necessária e autorização para trabalhar com sistemas de informação que manipulam dados sigilosos? Ela tem o conhecimento necessário para lidar por exemplo com o banco de dados, mecanismos de criptografia, métodos de transferência de mensagem, algoritmos, sistemas computacionais seguros?

Pois bem, precisamos urgentemente fazer com que o Senado Federal entenda que a Regulamentação do Informata é necessária e imperativa.

E pedimos a você que por favor divulgue os atos e convide seus amigos a enviar dia 19 de outubro uma mensagem a todos os Senadores da República, e também, que envie um tuitaço a todos estes políticos.

Precisamos e contamos com sua ajuda nos nossos atos.

Nossa greve está anunciada para o dia 18 de outubro.

E o envio das mensagens ao senado é o nosso segundo ato que está marcado para o dia do profissional de informática, dia 19 de outubro.

Contamos com você.

Para saber quais mensagens enviar e para onde direcioná-las, pegue o modelo de texto e os e-mails aqui: confei.wordpress.com/2013/04/24/acao-nacional-dia-19-de-outubro-dia-do-informata/

Sobre o Grupo CONFEI do Facebook

O grupo CONFEI do Facebook é um grupo de profissionais de Informática, empresas e simpatizantes que apoiam o Projeto de lei que regulamenta a profissão de Analista de Sistemas, Técnico em processamento de dados e profissões correlatas da área de Informática.

O projeto de lei é um texto inicial, apesar de algumas pessoas acharem que se trata de um texto final. Um texto inicial é um ponto de partida para a regulamentação destas profissões, sujeito a emendas (ajustes) que podem ser promovidos pelos profissionais e votado pelos políticos.

O que querem dizer com regulamentar?

É por ordem na casa, ter um conjunto mínimo de regras que devem ser percebidas e cumpridas pelos profissionais da área de Informática.

Adicionalmente este projeto inicial sugere a criação de um Conselho Federal de Informática, que já existe em outros países, sob a forma de Conselhos, Associações, Institutos, Ordens, etc. Em Portugal por exemplo, a profissão do engenheiro de software está regulamentada pela própria “Ordem de Engenharia”. O mesmo se dá com a Itália, onde há uma Ordem de Engenheiros, que nada mais é do que um conselho que observa e coibe práticas anti-éticas ou prejudiciais à sociedade. Na Espanha existem “Consejos” e “Colegios” para profissionais de informática como o CCII. Na América Latina temos o COPNIA, um Conselho de Engenharia na Colômbia que regulamenta todas as profissões ligada às engenharias, protegendo os empregos dos cidadãos e evitando que estrangeiros exerçam a atividade sem ter registro profissional. O registro lhes dá permissão para exercer atividades profissionais de várias áreas, entre elas a Informática.

Gostaríamos que fosse criado o Conselho também no Brasil, ou que ao menos estivesse contido em um órgão existente, como o Conselho de Engenharia (como visto nos países descritos acima), de forma oficial. Com uma instituição que supervisione as atividades profissionais no Brasil, a qualidade da informática aumentaria visivelmente, afastando pessoas que não deveriam estar trabalhando em nossa área (Biólogo, Matemático, Físico, Administrador, Jornalista, etc).

Caso o conselho seja formado, ou um Conselho de Engenharia monitore nossa atividade, seria necessário que:

  1. os futuros profissionais de provenientes de outras áreas que desejam se registrar no Conselho, concluam ao menos o ensino fundamental dentro da área de Informática, Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Tecnologia em Processamento de Dados, Engenharia de Software, etc., que é a formação básica que todos nós cursamos na universidade, e onde tivemos contato com fundamentos da Informática.
  2. os profissionais que já trabalham com Informática há pelo menos 5 anos teriam direito a se registrar neste futuro conselho, por mérito. Acreditamos que a questão do mérito pode ser melhorada e que os anos poderiam ser reduzidos, para abranger mais pessoas qualificadas.
  3. profissionais graduados nos cursos técnicos e universitários podem se registrar normalmente.
  4. profissionais irregulares sem a formação fundamental, sem tempo de experiência deveriam ao menos se inscrever em um curso técnico ou universitário para nivelar seus conhecimentos dentro da carreira.

As atividades do Conselho são mantidas pelos seus membros, que pagam uma taxa anual. Muitos de nós somos avessos a este custo, mas precisamos entender que a administração, recursos, maquinária e pessoas não se pagam sem dinheiro. Para manter esta estrutura de vigilância é preciso recurso financeiro. Obviamente se somos uma grande maioria, poderíamos solicitar uma redução nesta taxa, para que o valor seja favorável para todos.

De posse deste registro, teremos alguns benefícios como a proteção dos nossos postos de trabalho, já que aquela invasão de profissionais irregulares de outras áreas estaria sendo evitada; e por outro lado teremos representatividade pois o profissional ficará valorizado perante às empresas e sindicatos, e sendo assim se abrem oportunidades para nós como buscarmos unidos melhorias e direitos no campo trabalhista e educacional.

O Conselho não é uma solução mágica para todos os problemas, como questão de piso salarial, educação, mas com representatividade e valorização podemos pleitear junto ao conselho, senado e outros órgãos as melhorias necessárias para o nosso desenvolvimento e para justiça no setor.

Como fazer parte da lista:

  • Os que são a favor podem se juntar a nós, deixando seus comentários. Você pode publicar tópicos mas deve entender que o grupo não é um canal publicitário e que o posts em excesso cria um ruído e as pessoas não vão conseguir acompanhar bem os temas, sugerimos uma participação sadia.
  • Aos que não gostam da ideia e querem fazer parte do grupo podem propor soluções sempre mantendo o bom nível de diálogo, o que é mais produtivo do que apenas se queixar.
  • Se você não se sente confortável com os diálogos ou com as regras, pode sair da lista a qualquer momento, desativar as notificações de e-mail na página principal do grupo, ou dar unfollow para deixar de seguir respostas de um comentário.

Como fazer para sair da lista:

  • Ser contra e criar ruídos na lista que fogem do apoio à regulamentação
  • Coagir membros ou administradores, fazendo ameaças para justificar pontos de vista.
  • Ser agressivo e ou arrogante, e gritar com as pessoas USANDO MAIÚSCULAS
  • Enviar vários tópicos num mesmo dia, sem dar chance às pessoas de acompanhar os temas. Imagine a tonelada de e-mails que você receberia: impossível acompanhar tudo sem perder o norte, isso prejudica a leitura e acompanhamento.
  • Passar o dia postando mensagens contra o grupo mas sem colaborar com ideias positivas para a regulamentação da -profissão
  • Fazer propaganda de CDs, bíblias e todo assunto que não está ligado à informática e a regulamentação da profissão
  • Ficar reclamando infinitamente sobre o grupo ou suas políticas 😉

Como ajudar?

Assine e divulgue nossa petição: http://avaaz.org/po/petition/Criacao_do_Conselho_Federal_de_Informatica_do_Brasil/

Compartilhe nosso grupo:
https://www.facebook.com/groups/confei/

Alguns conselhos pelo mundo:

Consejo General de Colegios Profesionales de Ingeniería en Informática – Espanha
http://www.ccii.es/

Colegio Profesional de Ingenieros en Informática de Andalucía – Espanha
http://www.cpiia.org/

Consejo General de Ingeniería Ténica en Informática – Espanha
http://www.conciti.org/

Consejo Profesional Nacional de Ingeniería – Colômbia
http://www.copnia.gov.co/

Ordem dos Engenheiros – Portugal
http://www.ordemengenheiros.pt/pt/

Consiglio Nazionale degli Ingegneri – Itália
http://www.tuttoingegnere.it/web/ITA/

Council of European Professional Informatics Societies – Europa
http://www.cepis.org/

Council of Software Engineers – India
http://www.cseworld.org/

Colegio de Ingenieros de Venezuela
http://www.civ.net.ve/

Computer Society of India
http://csi-india.org

Institute of Electrical and Electronics Engineers – Canadá
http://ieee.org/

Institute of Computer Engineers of the Philippines – Filipinas
http://www.icpep.org.ph/

Ingenieurs et Scientifiques de France – França
http://www.cnisf.org/

The Institution of Engineering and Technology – Reino Unido
http://www.theiet.org/

Association of Professional Engineers, Scientists and Managers Australia
http://www.apesma.com.au/

National Committee on Software Engineering (NCSWE) – Austrália
http://www.engineersaustralia.org.au/software-engineering

Institute of IT Professionals – Nova Zelândia
http://www.iitp.org.nz/

Chamber of Computer Engineers of Turkey – Turquia
http://www.tbmo.org/

Dia 19 de Outubro, dia do Profissional de Informática

O grupo CONFEI do Facebook gostaria de dar os parabéns a todos os profissionais de Informática do Brasil.

Estamos confiantes que uma vez unidos, poderemos pleitear junto ao Governo melhores condições de trabalho. Muitos de nós gostaríamos de alcançar certos benefícios que gozam profissionais de outras áreas, mas com o trabalho contínuo de divulgação e união, seremos capazes de conscientizar milhões de brasileiros colegas de profissão.

Estamos contentes com os resultados obtidos e entendemos que o processo de regulamentação não agrada a algumas pessoas, mas de um ponto de vista macro, se nos importamos com o progresso do Brasil, devemos compreender que uma vez supervisionado o setor de Informática, contaremos com sistemas de maior qualidade e profissionais qualificados para exercer a atividade, seja pelo tempo de trabalho (experiência), mérito ou formação técnica/acadêmica.

O grupo #CONFEI agradece a todos: parabéns a todos os profissionais e nosso imenso agradecimento a todos que voluntariamente colaboram com a divulgação da mobilização pela qualidade da Informática no Brasil.

Aos resistentes, os convidamos a refletir sem radicalismo, individualismo, emocionalismo e intolerância. Utilizem a pura lógica “vulcana” sobre assunto: Qualidade é pré-requisito para a Informática no Brasil, pelo bem de todos e felicidade geral da nação. 😉

Qualidade nos serviços profissionais de informática

O projeto de lei vai Regulamentar as profissões de analista de sistemas e correlatas. Mas o que é regulamentar?

Regulamentar é estabelecer regulamento ou norma; ou seja, criar regras.

Segundo David Alberto, a ética da profissão é o ponto focal das atividades do Conselho de informática e significam, em sua plenitude, o bem-estar e a segurança da sociedade, diante das atividades do profissional informática.

A principal atividade do conselho é garantir o bem-estar da sociedade, diante da atividade de informática. Se, em princípio, a fiscalização parece uma atividade constrangedora e invasiva, no caso dos Conselhos (CONFEIs), ela é absolutamente necessária e benéfica tanto para os profissionais fiscalizados, quanto à sociedade que utiliza esses serviços.

Ao efetuar a fiscalização do exercício profissional, os CONFEIs impedem a atuação de leigos, o que significa a garantia do mercado de trabalho para os profissionais legalmente habilitados.

Para a comunidade, a atuação dos CONFEIs significa segurança e qualidade nas obras e serviços prestados.