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O informata ajuda você a tomar as melhores decisões com Sistemas de Informação

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Nós ajudamos milhões de brasileiros a tomarem as melhores decisões em seus negócios e empreedimentos mais variados, em diversos setores. Através de gráficos, estatísticas, processamento de dados, nossos sistemas produzem informações que auxiliam profissionais de níveis tático e estratégico a conduzir da melhor maneira seus negócios. Também apoiamos milhões de brasileiros oferecendo sistemas, aplicações/aplicativos para setores educacionais, de comunicação, saúde, entretenimento, notícias, logística, energia, aeronáutico, bancário, financeiro, entre tantos outros.

A profissão do Informata é crítica e fundamental para o sucesso de inúmeros negócios. E hoje mais do que nunca precisamos organizar o setor de informática no Brasil, fomentando a discussão e a mobilização para que hajam fundamentos mínimos a serem seguidos por todos os Informatas.

Obviamente, o mínimo que se espera de um desenvolvedor de sistemas é que conheça, além de linguagens especializadas de programação, os fundamentos da sua especialidade, ou seja, os fundamentos da Programação tais como algorítmos estruturados, pseudocódigo, métodos de ordenação, classificação, passagem por referência, passagem por valor, vetores, bubble sort, árvore balanceada, lógica fuzzy, entre tantos outros. Se não podemos garantir que o desenvolvedor tenha a habilidade mínima requerida para produção de soluções, estaríamos comprometendo o sucesso de diversos negócios, empresários teriam mais prejuízo com retrabalho e correção de sistemas mal elaborados.

Além do Informata que atua na especialidade de Desenvolvedor de Sistemas, temos uma série de Informatas como Analista de Redes, Arquiteto de Software, Analista de Banco de Dados e tantos outros. E claro, que o Brasil deve esperar que estes informatas dominem ao mínimo os fundamentos de suas respectivas especialidades, por exemplo:

  • o analista de rede deve entender de máscara de redes, octetos de rede, classificação de redes, protocolos de comunicação OSI, TCP/IP, WAN, projeto de infraestrutura de rede…
  • o analista de banco de dados deve entender de modelagem de banco de dados relacional, álgebra relacional, teoria de conjuntos, Conceitos de Data Warehouse, Transações, Conceito Atomicidade, Consistência, Isolamento, Durabilidade de dados, Segurança de Dados…
  • o arquiteto de software deve entender os fundamentos de engenharia de software, modelagem de arquitetura, métricas para medição de performance, práticas de governança, projeto de arquitetura empresarial, plataformas tecnológicas de desenvolvimento, Orientação a Objetos, Orientação a Serviços,..

Enfim, poderíamos citar as 200 especialidades exercidas pelo Informata mas já lhe damos a ideia do quanto é importante que cada um tenha bem presente o seu respectivo conhecimento específico. Este conhecimento é vital para o sucesso de empreendimentos brasileiros. Quando uma empresa contrata profissionais que não possuem os conhecimentos fundamentais básicos para exercer uma especialidade, a qualidade do serviço estará comprometida e isto pode afetar muitas pessoas, dependendo do alcance e impacto que o sistema tem na vida dos demais, tais como:

  • sistemas bancários
  • sistemas de saúde
  • sistemas de crédito
  • sistemas aeronáuticos
  • sistemas de tráfego
  • sistemas logísticos

A segurança, processamento e armazenamento correto de determinadas informações devem ser observados pelos Informatas e por esta razão não há espaço para amadores, pois não podemos comprometer os dados ou até mesmo causar transtornos aos cidadãos que utilizam nossos produtos.

Tendo em vista a necessidade de organizar o caos instalado no Brasil, da produção e massa de sistemas de informação que não abarcam em si os fundamentos básicos lecionados em todas as áreas da informática, é imperativo que busquemos a regulamentação, para que uma lei se estabeleça e que os sistemas de informação possam assegurar segurança e qualidade aos seus usuários. Não podemos aceitar que governos, prefeituras, empresas públicas ou privadas por questões políticas queiram implantar o sistema sem dar o tempo hábil para análise, desenvolvimento e teste, seguindo o processo completo de ciclo de vida estabelecido em diversas literaturas para Sistemas de Informação. Da mesma forma existe um processo de suporte e apoio técnico ao sistema a fim de oferecer a infraestrutura necessária segundo os fundamentos dentro da esfera da Tecnologia de Informação. A informática tem em si Sistemas de Informação e Tecnologia de Informação de mãos dadas, onde atuam em conjunto informatas das mais diversas especialidades, e por isso é importante valorizar os profissionais e conscientizar a nação, setores públicos e privados que é necessário obedecer determinados critérios para construção de sistemas de informação eficientes e seguros.

Devemos sim dar um basta no ôba-ôba, no improviso e começar a tratar mais Informática como Ciência e que um conjunto de processos precisam ser obedecidos da mesma forma como é feito nas demais Engenharias.

Se você também acredita que o Informata deve ser valorizado, una-se a nós. Estamos presentes nas seguintes redes sociais:

Temos uma lista de distribuição que você poderá fazer parte, visível na página

Google: https://groups.google.com/forum/#!forum/confei

Você pode receber avisos urgentes através desta lista, diretamente ao seu e-mail. Garantimos que você está 100% livre de comerciais e ruídos. Para se cadastrar no grupo é só enviar e-mail para:

Inscreva-se no Google Groups do CONFEI

Ainda não permitimos que membros enviem e-mails para todos os demais participantes desta lista, ou seja, somente administradores podem enviar comunicados urgentes. Caso você precise interagir com os administradores, basta enviar uma mensagem para:

Proprietários do grupo CONFEI

Para você que ainda não leu nosso projeto de lei que busca valorizar o Informata, basta baixar aqui o projeto de lei para Regulamentação da Profissão do Informata.

Participe, ajude a conscientizar nosso país! Vamos demonstrar juntos a empresários e líderes de diversos setores que a Informática precisa ser levada a sério, que os Informatas devem ter conhecimento e tempo hábil para desenvolver com cautela soluções para que possam garantir qualidade e segurança às informações de milhões de pessoas e negócios do Brasil.

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Informata, prepare-se para os Atos de Outubro

Amigos informatas,

ALERTAMOS a Informática, assim como a Saúde mergulhou no caos. O programa “Mais Médicos” é uma prova de um golpe marqueteiro para supostamente oferecer atendimento à população em hospitais caindo aos pedaços,  sem remédios e sem infraestrutura.

Este programa demonstra que o Governo é capaz de dar um golpe de estado, fazendo com que os doze anos de estudo do médico não valham absolutamente nada.

A desvalorização dos médicos está na mídia e é notória. Atualmente os Conselhos Federal e Regionais de Medicina estão numa batalha para impedir que os estrangeiros desqualificados sem formação adequada invadam o mercado brasileiro e exerçam a profissão de médico.

O mesmo fazemos nós: estamos lutando.

Mais informações para participar dos atos

Nos deparamos em piores condições que nossos amigos médicos, onde a informática do Brasil é sucateada, em meio a sociedades de computação corruptas e uma infinidade de pessoas desqualificadas exercendo a profissão de Informata, desvalorizando os anos de formação e preparo de milhões de profissionais que atuam na informática.

Nem ao menos contamos com um Conselho que defenda os interesses dos informatas e por isso lutamos pela regulamentação da profissão, para que existam regras mínimas e que somente pessoas qualificadas possam trabalhar como informata.

Queremos o fim das ilegalidades, das injustiças e queremos lutar no futuro por um piso salarial mínimo e reconhecimento da nossa profissão.

Sem a informática, as empresas caem, as bolsas quebram, bancos ficam inoperantes, os laboratórios de diagnóstico paralisam, a aviação volta às trevas, a ciência retrocede séculos, a contabilidade volta ao lápis, empresas de cartão de crédito param de funcionar, milhões de negócios no Brasil CONGELARIAM, ficariam parados no tempo, e a perda financeira de empreendedores de todo o país seria astronômica.

Se dados particulares como endereços, senhas, dados de cartões de crédito são manipulados por pessoas que não tem nenhuma responsabilidade com a informação, e se estes dados são vendidos ou usados ilegalmente, o que acontece? Quem seria o responsável? Se a pessoa que trabalha com dados sigilosos será que ela pode continuar atuando na área normalmente? Essa pessoa tem a formação necessária e autorização para trabalhar com sistemas de informação que manipulam dados sigilosos? Ela tem o conhecimento necessário para lidar por exemplo com o banco de dados, mecanismos de criptografia, métodos de transferência de mensagem, algoritmos, sistemas computacionais seguros?

Pois bem, precisamos urgentemente fazer com que o Senado Federal entenda que a Regulamentação do Informata é necessária e imperativa.

E pedimos a você que por favor divulgue os atos e convide seus amigos a enviar dia 19 de outubro uma mensagem a todos os Senadores da República, e também, que envie um tuitaço a todos estes políticos.

Precisamos e contamos com sua ajuda nos nossos atos.

Nossa greve está anunciada para o dia 18 de outubro.

E o envio das mensagens ao senado é o nosso segundo ato que está marcado para o dia do profissional de informática, dia 19 de outubro.

Contamos com você.

Para saber quais mensagens enviar e para onde direcioná-las, pegue o modelo de texto e os e-mails aqui: confei.wordpress.com/2013/04/24/acao-nacional-dia-19-de-outubro-dia-do-informata/

O que é representatividade e como ela pode ajudar os Informatas do Brasil

Compreender o que é representatividade é fundamental para alcançar objetivos tais conseguir melhores condições de trabalho, obter a tão sonhada justiça salarial, redução de carga tributária empresarial, e até mesmo acelerar a tramitação do projeto de lei para a Regulamentação do Informata bem como a constituição do nosso sonhado Conselho Federal de Informática.

A representatividade é termos alguém – pessoa, instituição, órgão (exemplo: Líder de movimento, Político, Sindicato, Associação, Conselho, etc) – que represente um grupo de pessoas para defender seus interesses, fazendo portanto com que este grupo de pessoas se torne representativo (tenha importância e valor) perante um outro alguém – pessoa, instituição ou órgão (exemplo: Político, Câmara, Senado, Associação, etc).

Ou seja, a representatividade é o canal pelo qual veiculamos a comunicação entre duas entidades, na qual no lado transmissor da ideia temos como entidade um representante de um grupo; no nosso caso os Informatas. Do outro lado temos o receptor, que é a entidade que queremos que receba nossa mensagem, que pode ser um político ou até mesmo o Senado Federal.

É muito difícil realizar esta ação de modo solitário. Sozinhos não temos representatividade. Entendamos esta representatividade como força, valor, importância política.

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Daremos um exemplo claro. Imagine o João das Couves, Informata, que é Analista e tem por especialidade a área de Suporte Técnico. O João defende muito a ideia da união da classe trabalhista dos Informatas, vê como a sua profissão é desvalorizada, se espanta com os salários baixos praticados pelo mercado, foge de cursos de formação caríssimos porque seu salário não banca este luxo, fica perturbado com pessoas sem qualificação trabalhando na área de informática, detesta o acúmulo de funções porque até pedem para ele se meter em assuntos de banco de dados que nem é “sua praia”, é avesso aos altos impostos cobrados em produtos de informática, se sente desmotivado ao ver pessoas contrárias à união e à ordem, nem pensa em abrir empresa de Suporte pelo alto custo para manter empregados, que sonha com criar um produto tão inovador como os criados até então pelo sonho Norte Americano.

O João tem muitas ideias, conversa com muitos amigos, e decide por si mesmo fazer a diferença entrando em contato com outras entidades que possam ajudar a diminuir os problemas na área de informática.

O João manda uma carta para um líder de partido, mas o líder não responde. Depois o João manda um e-mail para um senador, e não tem resposta. Decide descer na hierarquia e manda um e-mail para um deputado, mas não tem resposta. João escreve para uma sociedade que supostamente defende melhoria no setor da informática, mas que na prática foi comprada por um grupo de empresários que tem interesse na continuidade do caos. João descobre que não há nada que possa fazer para mudar a sua realidade.

Passaram 20 anos, e nada parece mudar. O João já anda desmotivado e cético: ele não acredita que possa haver no Brasil uma mudança positiva e significativa em prol da Informática. Parece que todos os Informatas estão condenados a passar por dificuldades na vida laboral.

João vê nas notícias casos de paralisação de serviços de informação que não se comunicam de forma adequada, prejudicando a emissão de vistos para cidadãos brasileiros porque alguém teve a brilhante ideia de integrar sistemas da Polícia Federal com o Ministério de Relações Exteriores, sem NENHUM PLANEJAMENTO, sem testes, sem estudo sério.

João lembrou daquele outro incidente com o ENEM, em que o portal ficou fora do ar e os estudantes não conseguiam fazer sua inscrição. O site dizia, equivocadamente, que o prazo de inscrição estava “encerrado”.

João viu o quanto a privacidade de certas informações como dados de cartão de crédito são sucetíveis a roubo, pelo fato de servidores de banco de dados estarem expostos na internet a toda sorte de ataque. Lembrou de um amigo seu, que depois que voltou de viagem, viu uma compra (que desconhecia) feita com seu cartão de crédito. Lembrou também de uma amiga cujo CPF foi utilizado para abrir uma Sapataria, que estava devendo “Deus e o Mundo”, fazendo com que o nome de sua amiga ficasse sujo no Serasa.

João viu o quanto é importante ter segurança nas informações em todas as áreas críticas do país, como dados médicos corretos, bolsa de valores, sistema bancário, finaceiras e agências de crédito. João imaginou o caos que seria se tudo continuasse como está, sem regras, sem leis, sem regulamentação.

Mas o que João pode fazer sozinho? Mesmo ele com seu grupo de amigos reunem pessoas que tampouco tem representatividade. Nenhuma pessoa nesse grupo é um político, nenhuma pessoa nesse grupo representa uma instituição que tenha importância. Como alcançar a representatividade?

João viu notícias sobre o caso dos Físicos, que trabalham pela regulamentação e identificou que eles foram recebidos de braços abertos por um Senador. Essas pessoas recebidas pelo Senador não eram do tipo “João Ninguém”: cada uma tinha uma importância e representavam algo, um sindicato, uma associação, um grupo. João viu o Senador receber presidente da associação tal, presidente do sindicato tal, etc. E aí ele entendeu que para continuar com o movimento da forma eficaz é preciso ter representatividade.

É numa entidade representativa que João terá um agente de mudança. É essa entidade que irá representar os informatas, dando-lhes o devido valor através de uma pessoa que possa representar o grupo e defender seus interesses junto à esfera política. É certo que existem entidades que são simpáticas à regulamentação do Informata, mas não vemos engajamento, busca ou procura destas entidades nos grupos e nas redes sociais de forma que comecem a marcar reuniões com membros da esfera política. As entidades simpáticas infelizmente parecem passivas, e não demonstram grande interesse ou motivação para a mudança. Talvez porque os políticos atuais não favoreçam o florecer da regulamentação, e aguardam uma renovação de políticos para que possam tentar uma mudança real.

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João sabe que se quiser representatividade é preciso que ao menos haja um órgão que defenda os profissionais da área, num patamar muito mais alto que um sindicato. É preciso uma Agência, um Superintendência, um Conselho.

Através de uma instituição sólida, João como membro poderá ter um canal de comunicação direto com os representantes que irão ouvi-lo a fim de discutir as questões mais críticas que afetam o setor de Informática. O Conselho por sua vez tem força e representatividade, tem poder para conseguir reuniões com membros da esfera política que estarão mais receptivos e dispostos a colaborar com projetos de lei que realmente interessam aos Informatas do Brasil.

Agora o que o João faz é conscientizar os amigos da importância da formação de uma organização que possa representa-los de modo mais pró-ativo. João entende que mudanças radicais são difíceis, e dar um passo de cada vez é fundamental para o sucesso. Então, junto com os amigos, João divulga o movimento pela Regulamentação do Informata, para que ao menos com esta vitória, seja possível atingir o próximo objetivo que é a instituição do Conselho Federal de Informática do Brasil. E com uma representatividade tão forte como um Conselho todos os informatas contarão com apoio para melhoria qualidade da Informática no Brasil, valorização profissional, reconhecimento, definição clara de atribuições para determinados cargos, e inúmeros projetos de lei de interesse que permitam a todos crescerem e competirem a nível internacional com soluções de SI e TI realmente inovadoras.

João acredita na mudança e pede para que você faça parte dela.


Não está convencido(a) sobre o poder da representatividade?

Então confira os artigos abaixo sobre o Conselho Federal de Engenharia:

CONFEA pede apoio do senador, José Agripino, no Congresso Nacional

http://www.blogdocapote.com/site/index.php?pagina=92

O senador, José Agripino, recebeu nesta terça-feira (7), em Brasília, a visita do novo presidente nacional do CONFEA- Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, José Tadeu da Silva. O engenheiro civil, eleito para comandar a instituição até dezembro de 2014, pediu ao parlamentar apoio aos projetos de interesse do Conselho que tramitam no Congresso Nacional. 

“Esta semana começamos uma série de visitas aos senadores e deputados. É oportuno iniciar esse trabalho pelo gabinete de um senador cuja formação profissional é engenharia civil. Certamente, ele terá uma visão diferenciada para lutar pelos nossos pleitos”, argumentou Tadeu. 

De acordo com Tadeu, a atual gestão tem como prioridade fortalecer a engenharia brasileira e ampliar a participação de profissionais do setor no cotidiano de políticas públicas em todas as regiões do país.

Na ocasião, foi entregue ao senador um documento com os principais temas de interesse do CONFEA no legislativo nacional. 

Agripino aproveitou o encontro para confirmar presença na posse do novo presidente do Conselho que será realizada às 18h do dia 14 de março no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. 


Ainda não está convencido(a)?

Minuta de projeto de lei visa investimento em capacitação profissional

http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15367&sid=10

Uma minuta de projeto de lei , elaborada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), sugere a alteração da redação do parágrafo único do art. 36 da Lei nº 5.194, que diz: “Os Conselhos Regionais poderão destinar parte de sua renda líquida, proveniente da arrecadação das multas, a medidas que objetivem o aperfeiçoamento técnico e cultural do Engenheiro, do Arquiteto e do Engenheiro-Agrônomo”. A ideia do PL é retirar o termo “proveniente da arrecadação das multas”, para que os recursos a serem investidos no profissional não se limitem apenas àqueles advindos das multas.

“Assim poderão ser utilizados recursos de anuidades, ARTs, e outros. A alteração é simples e é um investimento para o próprio profissional que paga a anuidade.”, defende José Tadeu da Silva, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea.

Sobre o Grupo CONFEI do Facebook

O grupo CONFEI do Facebook é um grupo de profissionais de Informática, empresas e simpatizantes que apoiam o Projeto de lei que regulamenta a profissão de Analista de Sistemas, Técnico em processamento de dados e profissões correlatas da área de Informática.

O projeto de lei é um texto inicial, apesar de algumas pessoas acharem que se trata de um texto final. Um texto inicial é um ponto de partida para a regulamentação destas profissões, sujeito a emendas (ajustes) que podem ser promovidos pelos profissionais e votado pelos políticos.

O que querem dizer com regulamentar?

É por ordem na casa, ter um conjunto mínimo de regras que devem ser percebidas e cumpridas pelos profissionais da área de Informática.

Adicionalmente este projeto inicial sugere a criação de um Conselho Federal de Informática, que já existe em outros países, sob a forma de Conselhos, Associações, Institutos, Ordens, etc. Em Portugal por exemplo, a profissão do engenheiro de software está regulamentada pela própria “Ordem de Engenharia”. O mesmo se dá com a Itália, onde há uma Ordem de Engenheiros, que nada mais é do que um conselho que observa e coibe práticas anti-éticas ou prejudiciais à sociedade. Na Espanha existem “Consejos” e “Colegios” para profissionais de informática como o CCII. Na América Latina temos o COPNIA, um Conselho de Engenharia na Colômbia que regulamenta todas as profissões ligada às engenharias, protegendo os empregos dos cidadãos e evitando que estrangeiros exerçam a atividade sem ter registro profissional. O registro lhes dá permissão para exercer atividades profissionais de várias áreas, entre elas a Informática.

Gostaríamos que fosse criado o Conselho também no Brasil, ou que ao menos estivesse contido em um órgão existente, como o Conselho de Engenharia (como visto nos países descritos acima), de forma oficial. Com uma instituição que supervisione as atividades profissionais no Brasil, a qualidade da informática aumentaria visivelmente, afastando pessoas que não deveriam estar trabalhando em nossa área (Biólogo, Matemático, Físico, Administrador, Jornalista, etc).

Caso o conselho seja formado, ou um Conselho de Engenharia monitore nossa atividade, seria necessário que:

  1. os futuros profissionais de provenientes de outras áreas que desejam se registrar no Conselho, concluam ao menos o ensino fundamental dentro da área de Informática, Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Tecnologia em Processamento de Dados, Engenharia de Software, etc., que é a formação básica que todos nós cursamos na universidade, e onde tivemos contato com fundamentos da Informática.
  2. os profissionais que já trabalham com Informática há pelo menos 5 anos teriam direito a se registrar neste futuro conselho, por mérito. Acreditamos que a questão do mérito pode ser melhorada e que os anos poderiam ser reduzidos, para abranger mais pessoas qualificadas.
  3. profissionais graduados nos cursos técnicos e universitários podem se registrar normalmente.
  4. profissionais irregulares sem a formação fundamental, sem tempo de experiência deveriam ao menos se inscrever em um curso técnico ou universitário para nivelar seus conhecimentos dentro da carreira.

As atividades do Conselho são mantidas pelos seus membros, que pagam uma taxa anual. Muitos de nós somos avessos a este custo, mas precisamos entender que a administração, recursos, maquinária e pessoas não se pagam sem dinheiro. Para manter esta estrutura de vigilância é preciso recurso financeiro. Obviamente se somos uma grande maioria, poderíamos solicitar uma redução nesta taxa, para que o valor seja favorável para todos.

De posse deste registro, teremos alguns benefícios como a proteção dos nossos postos de trabalho, já que aquela invasão de profissionais irregulares de outras áreas estaria sendo evitada; e por outro lado teremos representatividade pois o profissional ficará valorizado perante às empresas e sindicatos, e sendo assim se abrem oportunidades para nós como buscarmos unidos melhorias e direitos no campo trabalhista e educacional.

O Conselho não é uma solução mágica para todos os problemas, como questão de piso salarial, educação, mas com representatividade e valorização podemos pleitear junto ao conselho, senado e outros órgãos as melhorias necessárias para o nosso desenvolvimento e para justiça no setor.

Como fazer parte da lista:

  • Os que são a favor podem se juntar a nós, deixando seus comentários. Você pode publicar tópicos mas deve entender que o grupo não é um canal publicitário e que o posts em excesso cria um ruído e as pessoas não vão conseguir acompanhar bem os temas, sugerimos uma participação sadia.
  • Aos que não gostam da ideia e querem fazer parte do grupo podem propor soluções sempre mantendo o bom nível de diálogo, o que é mais produtivo do que apenas se queixar.
  • Se você não se sente confortável com os diálogos ou com as regras, pode sair da lista a qualquer momento, desativar as notificações de e-mail na página principal do grupo, ou dar unfollow para deixar de seguir respostas de um comentário.

Como fazer para sair da lista:

  • Ser contra e criar ruídos na lista que fogem do apoio à regulamentação
  • Coagir membros ou administradores, fazendo ameaças para justificar pontos de vista.
  • Ser agressivo e ou arrogante, e gritar com as pessoas USANDO MAIÚSCULAS
  • Enviar vários tópicos num mesmo dia, sem dar chance às pessoas de acompanhar os temas. Imagine a tonelada de e-mails que você receberia: impossível acompanhar tudo sem perder o norte, isso prejudica a leitura e acompanhamento.
  • Passar o dia postando mensagens contra o grupo mas sem colaborar com ideias positivas para a regulamentação da -profissão
  • Fazer propaganda de CDs, bíblias e todo assunto que não está ligado à informática e a regulamentação da profissão
  • Ficar reclamando infinitamente sobre o grupo ou suas políticas 😉

Como ajudar?

Assine e divulgue nossa petição: http://avaaz.org/po/petition/Criacao_do_Conselho_Federal_de_Informatica_do_Brasil/

Compartilhe nosso grupo:
https://www.facebook.com/groups/confei/

Alguns conselhos pelo mundo:

Consejo General de Colegios Profesionales de Ingeniería en Informática – Espanha
http://www.ccii.es/

Colegio Profesional de Ingenieros en Informática de Andalucía – Espanha
http://www.cpiia.org/

Consejo General de Ingeniería Ténica en Informática – Espanha
http://www.conciti.org/

Consejo Profesional Nacional de Ingeniería – Colômbia
http://www.copnia.gov.co/

Ordem dos Engenheiros – Portugal
http://www.ordemengenheiros.pt/pt/

Consiglio Nazionale degli Ingegneri – Itália
http://www.tuttoingegnere.it/web/ITA/

Council of European Professional Informatics Societies – Europa
http://www.cepis.org/

Council of Software Engineers – India
http://www.cseworld.org/

Colegio de Ingenieros de Venezuela
http://www.civ.net.ve/

Computer Society of India
http://csi-india.org

Institute of Electrical and Electronics Engineers – Canadá
http://ieee.org/

Institute of Computer Engineers of the Philippines – Filipinas
http://www.icpep.org.ph/

Ingenieurs et Scientifiques de France – França
http://www.cnisf.org/

The Institution of Engineering and Technology – Reino Unido
http://www.theiet.org/

Association of Professional Engineers, Scientists and Managers Australia
http://www.apesma.com.au/

National Committee on Software Engineering (NCSWE) – Austrália
http://www.engineersaustralia.org.au/software-engineering

Institute of IT Professionals – Nova Zelândia
http://www.iitp.org.nz/

Chamber of Computer Engineers of Turkey – Turquia
http://www.tbmo.org/

Qualidade nos serviços profissionais de informática

O projeto de lei vai Regulamentar as profissões de analista de sistemas e correlatas. Mas o que é regulamentar?

Regulamentar é estabelecer regulamento ou norma; ou seja, criar regras.

Segundo David Alberto, a ética da profissão é o ponto focal das atividades do Conselho de informática e significam, em sua plenitude, o bem-estar e a segurança da sociedade, diante das atividades do profissional informática.

A principal atividade do conselho é garantir o bem-estar da sociedade, diante da atividade de informática. Se, em princípio, a fiscalização parece uma atividade constrangedora e invasiva, no caso dos Conselhos (CONFEIs), ela é absolutamente necessária e benéfica tanto para os profissionais fiscalizados, quanto à sociedade que utiliza esses serviços.

Ao efetuar a fiscalização do exercício profissional, os CONFEIs impedem a atuação de leigos, o que significa a garantia do mercado de trabalho para os profissionais legalmente habilitados.

Para a comunidade, a atuação dos CONFEIs significa segurança e qualidade nas obras e serviços prestados.