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Informata, prepare-se para os Atos de Outubro

Amigos informatas,

ALERTAMOS a Informática, assim como a Saúde mergulhou no caos. O programa “Mais Médicos” é uma prova de um golpe marqueteiro para supostamente oferecer atendimento à população em hospitais caindo aos pedaços,  sem remédios e sem infraestrutura.

Este programa demonstra que o Governo é capaz de dar um golpe de estado, fazendo com que os doze anos de estudo do médico não valham absolutamente nada.

A desvalorização dos médicos está na mídia e é notória. Atualmente os Conselhos Federal e Regionais de Medicina estão numa batalha para impedir que os estrangeiros desqualificados sem formação adequada invadam o mercado brasileiro e exerçam a profissão de médico.

O mesmo fazemos nós: estamos lutando.

Mais informações para participar dos atos

Nos deparamos em piores condições que nossos amigos médicos, onde a informática do Brasil é sucateada, em meio a sociedades de computação corruptas e uma infinidade de pessoas desqualificadas exercendo a profissão de Informata, desvalorizando os anos de formação e preparo de milhões de profissionais que atuam na informática.

Nem ao menos contamos com um Conselho que defenda os interesses dos informatas e por isso lutamos pela regulamentação da profissão, para que existam regras mínimas e que somente pessoas qualificadas possam trabalhar como informata.

Queremos o fim das ilegalidades, das injustiças e queremos lutar no futuro por um piso salarial mínimo e reconhecimento da nossa profissão.

Sem a informática, as empresas caem, as bolsas quebram, bancos ficam inoperantes, os laboratórios de diagnóstico paralisam, a aviação volta às trevas, a ciência retrocede séculos, a contabilidade volta ao lápis, empresas de cartão de crédito param de funcionar, milhões de negócios no Brasil CONGELARIAM, ficariam parados no tempo, e a perda financeira de empreendedores de todo o país seria astronômica.

Se dados particulares como endereços, senhas, dados de cartões de crédito são manipulados por pessoas que não tem nenhuma responsabilidade com a informação, e se estes dados são vendidos ou usados ilegalmente, o que acontece? Quem seria o responsável? Se a pessoa que trabalha com dados sigilosos será que ela pode continuar atuando na área normalmente? Essa pessoa tem a formação necessária e autorização para trabalhar com sistemas de informação que manipulam dados sigilosos? Ela tem o conhecimento necessário para lidar por exemplo com o banco de dados, mecanismos de criptografia, métodos de transferência de mensagem, algoritmos, sistemas computacionais seguros?

Pois bem, precisamos urgentemente fazer com que o Senado Federal entenda que a Regulamentação do Informata é necessária e imperativa.

E pedimos a você que por favor divulgue os atos e convide seus amigos a enviar dia 19 de outubro uma mensagem a todos os Senadores da República, e também, que envie um tuitaço a todos estes políticos.

Precisamos e contamos com sua ajuda nos nossos atos.

Nossa greve está anunciada para o dia 18 de outubro.

E o envio das mensagens ao senado é o nosso segundo ato que está marcado para o dia do profissional de informática, dia 19 de outubro.

Contamos com você.

Para saber quais mensagens enviar e para onde direcioná-las, pegue o modelo de texto e os e-mails aqui: confei.wordpress.com/2013/04/24/acao-nacional-dia-19-de-outubro-dia-do-informata/

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Como fica a informática sem regulamentação? Um CAOS

Por mais que os analistas de sistemas detectem falhas causadas por outros analistas de sistemas e desenvolvedores, simplesmente eles parecem não serem ouvidos.

Muitas vezes esse problema advém de profissionais com pouco conhecimento ou formação inadequada, o que acarreta em infortúnios como o que vimos esta semana com a falha nos sistemas do Banco do Brasil e Bradesco, onde foram expostas informações privadas de milhões de clientes na internet.

Para que você veja a dimensão do problema, os dados dos clientes puderam ser acessados inclusive pelo Google, de acordo o jornal Folha de São Paulo no dia 26/08/2013.

O informata Carlos Eduardo Santiago descobriu que as brechas do Bradesco surgiam após clientes gerarem boletos online.

Dados eram expostos como nome, endereço, CPF, agência e número da conta, além do valor e do estabelecimento do pagamento citado.

Analistas de sistemas incompetentes do Bradesco e Banco do Brasil

Esta debilidade também pode ser encontrada por este autor, onde se constatou que a empresa Braspag Tecnologia em Pagamento Ltda, responsável pelo pagador.com.br que gerencia os boletos  da DELL do Brasil, era possível consultar boletos bastando utilizar modificando a querystring das URLS, onde o visitante podia facilmente ver boletos de outros clientes e valores adquiridos.

No caso do Banco do Brasil, qualquer pessoa que tivesse acesso à seção de Seguros Residenciais, até a última quinta (dia 22/08/2012), conseguiam ter acesso aos dados de outros segurados tais como: CPF, nome, endereço, telefone, e-mail, agência e número da conta, bastando alterar um código. De acordo com Santiago, a modificação não exigia conhecimentos avançados e podia ser feita de qualquer pessoa.

Mesmo entrando em contato com o Banco do Brasil, nada foi alterado.

Isso demonstra que a falta de regulamentação da profissões pode causar maiores transtornos aos cidadãos, já que simplesmente não há um pessoa, setor ou organismo responsável pela falha. Ninguém assume o problema. Ao publicarem dados de pessoas a todo tipo de internauta, a segurança destas pessoas fica amplamente comprometida. A SBC que se entitula como sociedade de computação defende que a nossa profissão não seja regulamentada, e eis aqui uma prova de que a falta de regulamentação vai de contra ao progresso, contra a responsabilidade ao abraçar profissionais desqualificados e irresponsáveis para exercício da profissão do Informata.

Os Analistas de Sistemas de todo país repudiam este total desrespeito e falta de atenção na elaboração de sistemas que expõe informações sigilosas de clientes comprometendo sua segurança e de seus familiares. Precisamos e vamos dar um basta nesta falta de respeito com o povo brasileiro. As organizações financeiras, o setor aeronáutico, médico e tantos outros que possuem a informática em seu meio precisam de pessoas responsáveis, habilitadas e capazes para exercer sua profissão. Precisamos de pessoas realmente interessadas em mudar essa realidade e que a profissão do Informata seja regulamentada, de forma que este tipo de falha grave não volte a ocorrer, e que se vier a ocorrer, os culpados sejam punidos e percam o direito de exercer a sua “atividade”.

Existe algo tão impactante como o vazamento de dados financeiros de 1 milhão e oitocentos mil clientes?

– Talvez um erro médico, quem sabe?

Greve dos Informatas será realizada no dia 18 de outubro como resposta ao descaso com projetos de lei de regulamentação

Como forma de protestar e chamar a atenção do Senado federal e da Câmara dos Deputados em relação ao descaso com os projetos de lei de regulamentação do Informata, o grupo CONFEI que mobiliza forças a favor da regulamentação da profissão divulgou que haverá uma paralisação geral da classe informata dia 18 de outubro.

Somente um percentual reduzido de serviços de suporte emergenciais serão mantidos. Atividades de análise, desenvolvimento, engenharia de sistemas e consultoria não serão realizados nesse dia.

De acordo com ao grupo, estão previstos protestos e atos em todos os estados para alertar a população sobre o problema da falta de atenção por parte dos políticos nos projetos que circulam no Senado Federal e Câmara dos Deputados.

Entidades sindicais estão convidadas a participar do movimento.

Greve dos Informatas do Brasil dia 18 de outubro

Os Informatas do Brasil são traídos pelo PSDB

No quarto dia de julho de 2013, Antonio Carlos Mendes Thame do PSDB/SP nos traiu. Traiu as esperanças de Informatas de todo o país.

TRAIDOS pelo PSDB

O próprio deputado retirou o projeto baseado em nossa minuta. Obviamente indagamos a razão mas nem ele nem o seu acessor deu um parecer sobre o que o motivou a retirar o projeto.

Podemos especular o ilustríssimo deputado cedeu a pressões de lobistas, sociedades e empresários inescrupulosos que querem manter os informatas sob rédeas curtas. Estas pessoas, políticos e entidades agem motivadas pelo egoísmo. Estas entidades desconhecem o nosso valor e tampouco querem nos oferecer o devido reconhecimento. A valorização do Informata parece portanto uma batalha que deve perdurar. Chegarão os dias em que estas pessoas e entidades anti-progressistas serão substituídos por forças jovens, que irão revolucionar o cenário da Informática no País.

Da nova safra de analistas de suporte, analistas de sistemas, engenheiros de computação, analista de banco, esperamos união. Esperamos que todos vocês que nos leem ajam agora.

Candidatem-se a cargos de deputado estadual, federal, combatam estes lobistas, hajam com simplicidade e honestidade; mudem o cenário nacional, precisamos urgentemente renovar a câmara de deputados e o senado federal que nos impede de valorizar os Informatas do Brasil.

Abandonem os partidos de sempre (PSDB, PMDB, PT,…), tenham em mente que mais do mesmo não provocará uma mudança positiva no âmbito político. Nada fizeram há mais de 20 anos. Outra coisa, não votem em Antonio Carlos Mendes Thame.

Precisamos e rogamos por novos espíritos, novas mentes, informatas comprometidos pela causa. Aos que se sentem abandonados e desmotivados, encontrem aqui e nosso grupo um santuário onde você está livre para expressar sua indignação e batalhar pela melhora no nosso setor.

Abaixo compartilhamos algumas imagens que comprovam a retirada do projeto, que está longe de nos fazer abandonar nossos sonhos. Um dia serão realidade, quando por fim o congresso for renovado por nós mesmos. Se não conseguimos um político que abrace a ideia e a defenda, nós mesmos então nos candidataremos aos seus cargos e ganharemos. Pode parecer utópico mas se um analfabeto pode se tornar presidente, é perfeitamente exequível que possamos nos tornar deputados e derrubar os anti-progressistas.

Requerimento do traidor dos Informatas:

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Artigos 104 e 114 do Regime interno da câmara dos deputados empregados para permitir a retirada:

art104 art114

O que é representatividade e como ela pode ajudar os Informatas do Brasil

Compreender o que é representatividade é fundamental para alcançar objetivos tais conseguir melhores condições de trabalho, obter a tão sonhada justiça salarial, redução de carga tributária empresarial, e até mesmo acelerar a tramitação do projeto de lei para a Regulamentação do Informata bem como a constituição do nosso sonhado Conselho Federal de Informática.

A representatividade é termos alguém – pessoa, instituição, órgão (exemplo: Líder de movimento, Político, Sindicato, Associação, Conselho, etc) – que represente um grupo de pessoas para defender seus interesses, fazendo portanto com que este grupo de pessoas se torne representativo (tenha importância e valor) perante um outro alguém – pessoa, instituição ou órgão (exemplo: Político, Câmara, Senado, Associação, etc).

Ou seja, a representatividade é o canal pelo qual veiculamos a comunicação entre duas entidades, na qual no lado transmissor da ideia temos como entidade um representante de um grupo; no nosso caso os Informatas. Do outro lado temos o receptor, que é a entidade que queremos que receba nossa mensagem, que pode ser um político ou até mesmo o Senado Federal.

É muito difícil realizar esta ação de modo solitário. Sozinhos não temos representatividade. Entendamos esta representatividade como força, valor, importância política.

informata-palhaco

Daremos um exemplo claro. Imagine o João das Couves, Informata, que é Analista e tem por especialidade a área de Suporte Técnico. O João defende muito a ideia da união da classe trabalhista dos Informatas, vê como a sua profissão é desvalorizada, se espanta com os salários baixos praticados pelo mercado, foge de cursos de formação caríssimos porque seu salário não banca este luxo, fica perturbado com pessoas sem qualificação trabalhando na área de informática, detesta o acúmulo de funções porque até pedem para ele se meter em assuntos de banco de dados que nem é “sua praia”, é avesso aos altos impostos cobrados em produtos de informática, se sente desmotivado ao ver pessoas contrárias à união e à ordem, nem pensa em abrir empresa de Suporte pelo alto custo para manter empregados, que sonha com criar um produto tão inovador como os criados até então pelo sonho Norte Americano.

O João tem muitas ideias, conversa com muitos amigos, e decide por si mesmo fazer a diferença entrando em contato com outras entidades que possam ajudar a diminuir os problemas na área de informática.

O João manda uma carta para um líder de partido, mas o líder não responde. Depois o João manda um e-mail para um senador, e não tem resposta. Decide descer na hierarquia e manda um e-mail para um deputado, mas não tem resposta. João escreve para uma sociedade que supostamente defende melhoria no setor da informática, mas que na prática foi comprada por um grupo de empresários que tem interesse na continuidade do caos. João descobre que não há nada que possa fazer para mudar a sua realidade.

Passaram 20 anos, e nada parece mudar. O João já anda desmotivado e cético: ele não acredita que possa haver no Brasil uma mudança positiva e significativa em prol da Informática. Parece que todos os Informatas estão condenados a passar por dificuldades na vida laboral.

João vê nas notícias casos de paralisação de serviços de informação que não se comunicam de forma adequada, prejudicando a emissão de vistos para cidadãos brasileiros porque alguém teve a brilhante ideia de integrar sistemas da Polícia Federal com o Ministério de Relações Exteriores, sem NENHUM PLANEJAMENTO, sem testes, sem estudo sério.

João lembrou daquele outro incidente com o ENEM, em que o portal ficou fora do ar e os estudantes não conseguiam fazer sua inscrição. O site dizia, equivocadamente, que o prazo de inscrição estava “encerrado”.

João viu o quanto a privacidade de certas informações como dados de cartão de crédito são sucetíveis a roubo, pelo fato de servidores de banco de dados estarem expostos na internet a toda sorte de ataque. Lembrou de um amigo seu, que depois que voltou de viagem, viu uma compra (que desconhecia) feita com seu cartão de crédito. Lembrou também de uma amiga cujo CPF foi utilizado para abrir uma Sapataria, que estava devendo “Deus e o Mundo”, fazendo com que o nome de sua amiga ficasse sujo no Serasa.

João viu o quanto é importante ter segurança nas informações em todas as áreas críticas do país, como dados médicos corretos, bolsa de valores, sistema bancário, finaceiras e agências de crédito. João imaginou o caos que seria se tudo continuasse como está, sem regras, sem leis, sem regulamentação.

Mas o que João pode fazer sozinho? Mesmo ele com seu grupo de amigos reunem pessoas que tampouco tem representatividade. Nenhuma pessoa nesse grupo é um político, nenhuma pessoa nesse grupo representa uma instituição que tenha importância. Como alcançar a representatividade?

João viu notícias sobre o caso dos Físicos, que trabalham pela regulamentação e identificou que eles foram recebidos de braços abertos por um Senador. Essas pessoas recebidas pelo Senador não eram do tipo “João Ninguém”: cada uma tinha uma importância e representavam algo, um sindicato, uma associação, um grupo. João viu o Senador receber presidente da associação tal, presidente do sindicato tal, etc. E aí ele entendeu que para continuar com o movimento da forma eficaz é preciso ter representatividade.

É numa entidade representativa que João terá um agente de mudança. É essa entidade que irá representar os informatas, dando-lhes o devido valor através de uma pessoa que possa representar o grupo e defender seus interesses junto à esfera política. É certo que existem entidades que são simpáticas à regulamentação do Informata, mas não vemos engajamento, busca ou procura destas entidades nos grupos e nas redes sociais de forma que comecem a marcar reuniões com membros da esfera política. As entidades simpáticas infelizmente parecem passivas, e não demonstram grande interesse ou motivação para a mudança. Talvez porque os políticos atuais não favoreçam o florecer da regulamentação, e aguardam uma renovação de políticos para que possam tentar uma mudança real.

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João sabe que se quiser representatividade é preciso que ao menos haja um órgão que defenda os profissionais da área, num patamar muito mais alto que um sindicato. É preciso uma Agência, um Superintendência, um Conselho.

Através de uma instituição sólida, João como membro poderá ter um canal de comunicação direto com os representantes que irão ouvi-lo a fim de discutir as questões mais críticas que afetam o setor de Informática. O Conselho por sua vez tem força e representatividade, tem poder para conseguir reuniões com membros da esfera política que estarão mais receptivos e dispostos a colaborar com projetos de lei que realmente interessam aos Informatas do Brasil.

Agora o que o João faz é conscientizar os amigos da importância da formação de uma organização que possa representa-los de modo mais pró-ativo. João entende que mudanças radicais são difíceis, e dar um passo de cada vez é fundamental para o sucesso. Então, junto com os amigos, João divulga o movimento pela Regulamentação do Informata, para que ao menos com esta vitória, seja possível atingir o próximo objetivo que é a instituição do Conselho Federal de Informática do Brasil. E com uma representatividade tão forte como um Conselho todos os informatas contarão com apoio para melhoria qualidade da Informática no Brasil, valorização profissional, reconhecimento, definição clara de atribuições para determinados cargos, e inúmeros projetos de lei de interesse que permitam a todos crescerem e competirem a nível internacional com soluções de SI e TI realmente inovadoras.

João acredita na mudança e pede para que você faça parte dela.


Não está convencido(a) sobre o poder da representatividade?

Então confira os artigos abaixo sobre o Conselho Federal de Engenharia:

CONFEA pede apoio do senador, José Agripino, no Congresso Nacional

http://www.blogdocapote.com/site/index.php?pagina=92

O senador, José Agripino, recebeu nesta terça-feira (7), em Brasília, a visita do novo presidente nacional do CONFEA- Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, José Tadeu da Silva. O engenheiro civil, eleito para comandar a instituição até dezembro de 2014, pediu ao parlamentar apoio aos projetos de interesse do Conselho que tramitam no Congresso Nacional. 

“Esta semana começamos uma série de visitas aos senadores e deputados. É oportuno iniciar esse trabalho pelo gabinete de um senador cuja formação profissional é engenharia civil. Certamente, ele terá uma visão diferenciada para lutar pelos nossos pleitos”, argumentou Tadeu. 

De acordo com Tadeu, a atual gestão tem como prioridade fortalecer a engenharia brasileira e ampliar a participação de profissionais do setor no cotidiano de políticas públicas em todas as regiões do país.

Na ocasião, foi entregue ao senador um documento com os principais temas de interesse do CONFEA no legislativo nacional. 

Agripino aproveitou o encontro para confirmar presença na posse do novo presidente do Conselho que será realizada às 18h do dia 14 de março no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. 


Ainda não está convencido(a)?

Minuta de projeto de lei visa investimento em capacitação profissional

http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15367&sid=10

Uma minuta de projeto de lei , elaborada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), sugere a alteração da redação do parágrafo único do art. 36 da Lei nº 5.194, que diz: “Os Conselhos Regionais poderão destinar parte de sua renda líquida, proveniente da arrecadação das multas, a medidas que objetivem o aperfeiçoamento técnico e cultural do Engenheiro, do Arquiteto e do Engenheiro-Agrônomo”. A ideia do PL é retirar o termo “proveniente da arrecadação das multas”, para que os recursos a serem investidos no profissional não se limitem apenas àqueles advindos das multas.

“Assim poderão ser utilizados recursos de anuidades, ARTs, e outros. A alteração é simples e é um investimento para o próprio profissional que paga a anuidade.”, defende José Tadeu da Silva, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea.

Projeto de Lei do Senado para regulamentação do Informata continua inflexível nas mãos do relator Wellington Dias

Até quando esperar?

Acompanhando a tramitação do Projeto de Lei do Senado 607 de 2007, recebemos uma notificação referente ao dia 21/05/2013:

Situação: PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO

Ação: Devolvido nesta data pelo Relator, Senador Wellington Dias, sem alteração no Relatório, mantendo o voto pela rejeição das Emendas nº 1 e nº 2 oferecidas, durante o Turno Suplementar, pelo Senador Roberto Cavalcanti, ao Substitutivo ao Projeto de Lei do Senado nº 607, de 2007, aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais. Matéria pronta para a Pauta na Comissão.

Trocando em miúdos, o projeto de lei ficou o mesmo, inflexível visto que seu texto não foi melhorado ou adaptado para abranger todos os Informatas, cuja terminologia é muito mais adequada que “Analistas de Sistemas e correlatas”.

Wellington não se deu ao trabalho de estabelecer um contato positivo com nossas lideranças a fim de modificar o texto para torná-lo mais adequado a todos os profissionais e tornando-o mais flexível visto que algumas artigos apresentam exigências polêmicas e injustas com quem já vem trabalhando na área de Informática.

É contra estas inflexibilidades que estamos lutando para que todos possam usufruir da valorização e reconhecimento, mesmo aqueles profissionais que não tem uma formação regular em cursos da área mas que demonstram capacidade e experiência real.

Havíamos entendido prematuramente que o projeto havia sido devolvido e que talvez o presidente do Senado Waldemir Moka poderia encaminhar o projeto para outro senador relator, e talvez enfim, ficaríamos livres da lentidão no trâmite deste projeto. Mas então, “caiu a ficha”, e percebemos que na verdade o projeto havia sido devolvido à Comissão de Assuntos Sociais, tal-e-qual, sem quaisquer modificações úteis ao texto. Isto significa uma coisa: que o texto continua inflexível e injusto para com a classe, já que não houve nem apreciação de nossa emenda substitutiva para melhorar este Projeto de Lei 607 de 2007.

Agora notamos, ao visitar o site do senado, que no dia 23/05/2007 o projeto de lei havia sido novamente encaminhado ao Gabinete do Relator, Senador Wellington Dias, “por solicitação”. Ou seja, ele novamente pegou o projeto de lei mas fica aí a pergunta, para fazer o quê? Esta novela sem fim está durando desde a época do ex-presidente do Senado, Jayme Campos, no dia 01/03/2012. O projeto portanto já passou mais de 1 ano na mão do Wellington, sem qualquer ação útil para a nossa classe.

O ato do Wellington segurar o projeto e não dar feedback a nós é algo que não está promovendo nenhuma mudança positiva ou melhoria no trâmite. Felizmente temos outra frente para resolver esta questão da regulamentação correndo em paralelo.

Esperemos que todos os Informatas que leem este artigo possam perguntar ao Senador Waldemir Moka que tipo de problemas estão ocorrendo com o relator Wellington, e porquê o trâmite deste projeto não segue adiante.

Senador Wellington, até quando esperar?

Uma vitória na regulamentação do Informata

Prezados amigos Informatas

é com muita satisfação que compartilhamos com vocês um novo projeto de lei de cunho mais direto, cujo escopo torna possível uma aprovação pelos membros da Câmara sobre a regulamentação do Informata do Brasil.

Ano passado estivemos mantendo contato com políticos, deputados e senadores, apresentando nossa minuta de projeto de lei, mais flexível que os projetos de lei anteriores como o do projeto de lei original PLS 607 de 2007 que conta com um tema polêmico que é a criação do Conselho Federal de Informática. A existência de um tema polêmico provoca demora no trâmite, dificultando o processo de votação e aprovação. Temos aí como exemplo a votação da medida provisória dos Portos, votada em 16 de maio de 2013 em carater de urgência. Por haver vários pontos polêmicos, a aprovação da medida só foi aprovada porque foram feitos ajustes no texto original e porque alguns textos polêmicos foram removidos.

Como já tinhamos uma ideia clara de que o melhor caminho para o consenso era reduzir o escopo da proposta da PLS 607 de 2007, abrimos uma outra frente, produzindo uma emenda substitutiva, e logo depois, criamos uma minuta, que foi revisada por vários Informatas.

A minuta conta com um rico texto, que basicamente apresenta o termo generalista Informata, termo este que engloba todas as especialidades da informática.

A minuta conta com um texto que protege os profissionais que já atuam com Informática como área fim, em qualquer especialidade, mesmo aqueles que não têm a formação acadêmica regular mas vêm exercendo a profissão há pelo menos um ano, e por meritocracia merecem permanecer em suas posições.

Outro ajuste colocada na minuta é a retirada estratégica dos parágrafos da emenda sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Informática, já que é um tema polêmico que merece uma dedicação separada e exclusiva em outra frente (em um futuro projeto de lei ainda por ser formulado). Notem que não desistimos da criação do CONFEI – Conselho Federal de Informática! O que queremos é duas frentes, uma para acelerar o processo de regulamentação da profissão de Informata e outra frente para a criação do Conselho, que virá num segundo momento.

acredite

A regulamentação do Informata portanto é o ponto de partida – o ponta-pé inicial para nossa revolução. Após regulamentada nossa profissão, podemos lutar pela criação do Conselho para assegurar a presença de profissionais de qualidade na área de Informática.

A minuta portanto incorpora flexibilidade e justiça para abraçar todos os Informatas, ou seja, todos as especialidades da área, correlatas e futuras.

Para nossa surpresa e alegria, um deputado abraçou a ideia, graças a ajuda de Ronaldo Farias, assessor legislativo da Câmara dos Deputados. O deputado Antonio Carlos Mendes Thame gostou da minuta e com a ajuda de ambos, foi produzido e apresentado dia 30 de maio o projeto de lei para regulamentação da profissão do Informata que aguarda despacho do presidente da Câmara.

Abaixo compartilhamos com todos vocês a resposta enviada pelo Ronaldo Farias:

Em atenção ao seu e-mail encaminhado para o gabinete do Deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP), estamos encaminhando cópia do Projeto de Lei n.º 5.487, de 2013, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Informata – que engloba todos os profissionais de Informática, conforme suas sugestões apresentadas.

Informo que estamos aguardando despacho do Presidente da Câmara dos Deputados, referentes às comissões permanentes que apreciarão a matéria.

Caso desejem acompanhar a tramitação do Projeto de Lei n.º 5.487, de 2013, favor acessar o link: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=575522.

Estamos à inteira disposição para maiores esclarecimentos sobre o assunto.
Atenciosamente,

Ronaldo S. Farias
Assessor Legislativo
Gabinete do Dep. Antonio Carlos Mendes Thame

Portanto como todos podem ver, já demos um passo em mais uma frente para a regulamentação da nossa profissão e que o país reconheça e valorize a nossa categoria.

Espero que todos possam colaborar hoje, divulgando a notícia para outros profissionais, para que possamos estar ainda mais unidos e trocar ideias. A nossa união é fundamental em qualquer processo que vise a valorização do profissional no mercado brasileiro. Não podemos permitir que nossos salários cheguem a níveis tão baixos, desproporcionais ao nosso esforço e dedicação. É preciso que caminhemos rumo a um objetivo comum. Devemos agora nos articular, mobilizando nossos esforços para divulgar nossa causa e crescer em número, expressivo o suficiente para ter peso e influência nos processos decisórios na esfera política.

Divulgue o Projeto de Lei n.º 5.487 de 2013, cadastre-se para acompanhamento no link mencionado acima. Compartilhe o link e conscientize os seus amigos. Aliste-se em nossas redes.

Lembramos que é fácil criticar, mas as críticas em si não acrescentam muito se não há uma postura de colaboração, no sentido de apresentar textos, artigos e incisos que devam ser modificados ou corrigidos, e claro, eles precisam ter um fundamento óbvio (serem pertinentes) e acima de tudo, ser justo com todos os Informatas, sem favorecer uma minoria específica. Quaisquer sugestões podem ser enviadas a nós para discussão em nosso grupo do Facebook e nas redes sociais como LinkedIn, etc. Para ver nossos grupos, participar deles e falar conosco, visite o menu no link Compartilhe. Ou envie seus ajustes para confeioficial [at] gmail.com, onde [at] é um arroba!

Agradecemos desde já a Antonio Carlos Mendes Thames e Rolando Farias pela dedicação, e também a todos os Informatas que colaboraram com a minuta participando em nossas redes sociais.